Depois de alguns dias de silêncio relativo - ou descargas barulhentas em horários razoáveis -, o Smart Perdizes da Gafisa voltou ontem à sua arriscada conta de enfiar mais caminhões na obra do que as leis de tempo e velocidade e o bom senso parecem permitir.
Uma carreta de tamanho considerável chegou ao canteiro de obras pela Rua Paris por volta de 0h30. Aparentemente tentando levar ao pé da letra a questão de entrar de ré no Smart Perdizes para que o alarme sonoro não irritasse os moradores na saída, o veículo já se embicou "discostas" perto do portão. Sua chegada foi percebida à distância: além do alarme de ré, chegou soltando todo o ar diversas vezes, como se estivesse com "soluços". Mas vá lá, ao menos tentaram evitar essa balbúrdia mais tarde. Mas aí vem o problema. O caminhão ficou pelo menos 40 minutos na porta antes de entrar. E, pelo que soube, foi embora por volta de 4h, fazendo barulho - a descarga teria sido menos ruidosa que o "adeus" do veículo.
De novo, os responsáveis - sejam da Gafisa ou da empresa terceirizada - tentam "socar" diversas entregas no mesmo dia, não considerando - ou não se importando - com que horas elas vão acabar, nem com seu impacto no sono da vizinhança. Um caminhão do porte dessa carreta deveria chegar cedo, e ser a única descarga da noite. Mas isso este blog já cansou de falar, e os responsáveis pelo Smart Perdizes já devem estar carecas de saber. Ou não?
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quinta-feira, 26 de julho de 2012
sexta-feira, 20 de julho de 2012
De novo, os erros
Em quatro dias úteis da semana, a Gafisa liberou entregas de terceirizadas no Smart Perdizes em quatro. Embora, noves fora, não tenha ocorrido nenhum barulho absurdo de descarga de materiais, continuam ocorrendo erros no processo, alguns deles recorrentes.
1) Na segunda-feira, o alarme "escandaloso" de ré às 2h30, como mencionado no post anterior. Já ocorreu outras vezes. Antes, na entrada, motorista gritou e buzinou para chamar o porteiro. Buzinar após 22h é infração de trânsito.
2) Na quarta-feira, depois de descarregarem o material, os operários deixaram o caminhão já avançado sobre a calçada e parte da rua. E passaram a calçar o tênis e colocar casacos no meio da rua (!). Em dado momento, um carro passou no mesmo sentido em que eles estavam na Rua Paris. Um dos trabalhadores, que colocava uma blusa, tomou um susto e deu um pulo. Olha o risco aí!
3) Na quinta-feira, caminhão cheio de carga chegou à 0h38 e ficou esperando uns bons minutos do lado de fora - outro estava descarregando, aparentemente. Esse é o erro mais recorrente da obra, querer "socar" mais caminhões do que permite matematicamente a capacidade de descarga e o meio-termo do bom senso entre o final do rodízio de caminhões, às 22h, e um limite que dê algum período de silêncio e sono para os vizinhos, lá pela 0h30. Não custa lembrar que, antes de 7h30, obra já recomeçou e faz um barulho danado.
PS: Como a obra pela manhã faz um barulho danado, foi possível ouvir os trabalhadores falando, em alto som, que parte da fachada lateral teria de ser refeita por um erro de quem aplicou o cimento anteriormente. Para isso, seria preciso "quebrar tudo e aplicar de novo". Haja paciência, Gafisa! Não basta o barulho "natural" da obra do Smart Perdizes, ainda tem "bis"? Espero que seja algo de pequeno porte...
1) Na segunda-feira, o alarme "escandaloso" de ré às 2h30, como mencionado no post anterior. Já ocorreu outras vezes. Antes, na entrada, motorista gritou e buzinou para chamar o porteiro. Buzinar após 22h é infração de trânsito.
2) Na quarta-feira, depois de descarregarem o material, os operários deixaram o caminhão já avançado sobre a calçada e parte da rua. E passaram a calçar o tênis e colocar casacos no meio da rua (!). Em dado momento, um carro passou no mesmo sentido em que eles estavam na Rua Paris. Um dos trabalhadores, que colocava uma blusa, tomou um susto e deu um pulo. Olha o risco aí!
3) Na quinta-feira, caminhão cheio de carga chegou à 0h38 e ficou esperando uns bons minutos do lado de fora - outro estava descarregando, aparentemente. Esse é o erro mais recorrente da obra, querer "socar" mais caminhões do que permite matematicamente a capacidade de descarga e o meio-termo do bom senso entre o final do rodízio de caminhões, às 22h, e um limite que dê algum período de silêncio e sono para os vizinhos, lá pela 0h30. Não custa lembrar que, antes de 7h30, obra já recomeçou e faz um barulho danado.
PS: Como a obra pela manhã faz um barulho danado, foi possível ouvir os trabalhadores falando, em alto som, que parte da fachada lateral teria de ser refeita por um erro de quem aplicou o cimento anteriormente. Para isso, seria preciso "quebrar tudo e aplicar de novo". Haja paciência, Gafisa! Não basta o barulho "natural" da obra do Smart Perdizes, ainda tem "bis"? Espero que seja algo de pequeno porte...
terça-feira, 20 de março de 2012
Quase, Gafisa, quase...
Depois de alguns dias de sossego noturno - até o famigerado caçambão trocaram sábado cedo -, a Gafisa voltou ontem à rotina de entregas noturnas no Smart Perdizes. Nos últimos dias, tenho notado que há uma pressa quando se aproxima 0h30. Já ouvi que esse seria um horário-limite, em tese, usado pela obra para entregas. Não é, porém, obrigatório, visto que na semana passada, como já publicado aqui, houve barulho e caminhão jogando palets no meio da rua às 2h10. Mas, se for verdade, é algo bom e tentaria contemplar a empresa, que só pode entregar após 22h pelo rodízio da Prefeitura - embora aos sábados ele acabe às 14h - e os vizinho (embora contemplar, neste caso, seja amolar menos).
Na madrugada de ontem para hoje (20/3), esse limite de horário parecia estar em vigor. Pontualmente à 0h30 o caminhão foi embora. Mas, creio, há um erro de conceito no que antecedeu a saída. O caminhão em questão estava parado na porta desde antes de meia-noite. Entrou 0h15 sabe-se por quais cargas d'água. E, até 0h30, jogou cargas com estrondo enorme em pelo menos duas ocasiões (uma eu captei em vídeo, e não foi a mais potente).
Fica a moral: não basta a Gafisa cumprir o horário de 0h30 se, nos últimos minutos, resolve largar a carga de qualquer jeito - lembram-se disso ter ocorrido com a entrega de ferros da Gerdau, há alguns dias, e, depois de chutar vergalhões da caçamba, o operário ter comemorado o cumprimento do prazo? É preciso organização para descarregar com calma até 0h30. Mas, pensando pelo lado positivo, já é meio caminho andado pela Gafisa: poderia ser pior, poderiam fazer esses estrondos às 3h...
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