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quarta-feira, 22 de agosto de 2012

"É o palet, estúpido!" ou "Já virou festa da uva, Gafisa?"

Mais uma madrugada e mais uma festa do caqui, da uva ou de qualquer fruta que represente balbúrdia ocorreu na obra do Smart Perdizes da Gafisa. A descarga barulhenta de materiais avançou além de 4h da matina, com o trabalho do dia começando implacavelmente às 7h30. A conta: os vizinhos tiveram pouco mais de 3h para tentar dormir sossegados. O destaque da madrugada vai para a capacidade do encarregado da obra, que inacreditavelmente achou que socar quatro caminhões na obra em uma noite não causaria nenhum transtorno. Para facilitar as coisas, aparentemente a Gafisa quis economizar uns trocados e usou a mesma equipe que descarregava sacos de cimento para descarregar algo que parecia ser revestimento. Ou seja, consumindo mais tempo do que duas equipes e prolongando o barulho e a irritação dos vizinhos. Melhor voltar à cartilha básica de matemática para aprender algo sobre tempo x velocidade (de descarga, no caso).

Outro ponto chocante da jornada de ruídos do Smart Perdizes foi no comportamento dos trabalhadores durante o serviço. O segundo caminhão tinha um carregador que, ao terminar de jogar cada pilha de sacos de cimento em uma carriola (sim, um sinal de alguma evolução, embora ela também faça barulhos metálicos), simplesmente arremessava os palets que ficavam por baixo uns contra os outros, como se fossem sacos de batata. Não preciso dizer que o impacto de duas peças de madeira causa um barulho e tanto na madrugada. Sinal de irracionalidade e falta de bom-senso; será que ele acha que está no quintal de casa ou em um terreno baldio? Felizmente, o carregador do caminhão seguinte parecia ter um pouco mais de tutano e, ao invés de arremessar os palets, os colocava com cuidado uns sobre os outros. Ponto positivo, mas não resolve todo o problema.

Resumo da ópera: a Gafisa, depois de um período comportado, parece ter voltado à palhaçada de achar que pode fazer descarga de materiais na hora em que bem entende - ou melhor, na hora que as terceirizadas bem entendem, pois a empresa dá sinais de não ter controle algum sobre o serviço, já que foram feitas a ela reclamações que nada resolveram.A paciência com esse tipo de descaso e violação da lei do silêncio não costuma durar muito, e desculpas esfarrapadas como o rodízio de caminhões (que acaba às 22h e tem brecha à tarde) não colam mais.


terça-feira, 21 de agosto de 2012

A volta da desorganização e do barulho no Smart Perdizes

Pois é, leitores do blog. Parecia até que a poeira já havia baixado - mentira, pois a obra do Smart Perdizes a provoca em grandes quantidades - e a Gafisa havia começado a respeitar o sono dos vizinhos e maneirado o barulho na madrugada, violando a lei do silêncio. Ledo engano.

De ontem para hoje (20 para 21/8/2012), mais uma vez a desorganização e descontrole da obra com suas prestadoras de serviço levou um caminhão a fazer barulho de descarga na obra de 0h30 (pelo menos) até 3h45. Arremesso de madeiras de palets, em maior escala, e de outros objetos, em menor, ocorriam de tempos em tempos, tirando o sono de vizinhos. Quando parecia que a coisa estava quieta, vinha um barulhão de madeira sendo arremessada.

Mais uma vez alguém da Gafisa ou não sabe calcular quanto tempo demora para se descarregar um caminhão cheio ou não se importa com as consequências que um serviço até quase 4h possa ocasionar no sono de quem mora em volta do Smart Perdizes. Mais uma vez, a solução para isso é básica: caminhão grande carregado? Deve ser carregado a partir de 5h. Na brecha do rodízio da tarde, sai em direção à obra e descarrega durante a tarde. Dá bastante tempo de descarregar até o fim do rodízio às 22h e os vizinhos agradecem. Parece simples, mas aparentemente a Gafisa ainda não captou a ideia. Ou não se importa.

Mais tarde, os vídeos da barulheira.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Pensamento do dia (ou "vai levar 102 anos para corrigir, Gafisa?")

O Corinthians levou 102 anos para ganhar uma Libertadores. A Gafisa, com seu Smart Perdizes, vai levar quanto tempo para entender que madeiras usadas na obra não devem ser jogadas pela janela a 10 metros de altura às 7h? É algo que tem ocorrido com frequência e que revela uma irracionalidade assustadora. Faz um barulho danado, é perigoso (como controlar um pedaço de madeira arremessado de tanta altura, ainda mais se houver alguém passando no térreo?) e desnecessário. Por que não colocar as madeiras ordenadamente no elevador de carga e empilhá-las com cuidado no térreo, caramba? Dá impressão de má-vontade ou raiva do trabalho. Qual das duas, hein?

terça-feira, 29 de maio de 2012

P..., Gafisa! (ou "Parece de propósito")

Pois é, leitores do blog. Além de ter cessado os barulhos de arremesso de objetos (possivelmente palets) na obra do Smart Perdizes apenas às 4h30 de 29/5/2012, a Gafisa ainda "brindou" os vizinhos com uma surpresa toda especial a partir de 7h30 do mesmo dia, ou seja, três horas depois. Operários, mais ou menos na altura do sexto andar, começaram a martelar tábuas. Nem preciso dizer o quão difícil é ignorar um barulho com vibrações como a marretada numa placa de madeira, não é? Além disso, ainda moviam placas de metal, que seriam "içadas" para andares superiores, e gritavam para tentar se comunicar com quem estava lá em cima. Tudo isso a menos de 10 metros da orelha dos moradores do prédio vizinho. E foram nessa toada até quase 9h.

"Ah, mas foi pouco e já estavam no horário de trabalho", o defensor da empresa poderia dizer. Em resposta, eu apresentaria dois argumentos: o primeiro, e mais objetivo, é de que a descarga de materiais e consequente barulho acabou às 4h30. Ou seja, a empresa, se tivesse sensibilidade com os vizinhos, daria um "desconto" na barulheira do dia, deixando os piores trechos para mais tarde. E é aí que entra o segundo argumento: desde 10h, a obra está bem mais silenciosa; cessaram as marretadas, a movimentação de ferros e os gritos ao lado dos apartamentos.

Conclusão: alguém com um pouco de bom senso e "crachá" de comando na obra não poderia dizer: "Hum, podemos deixar essa marretação para, digamos, umas 10h. Afinal, está muito perto dos vizinhos. Vamos fazer agora cedinho coisas menos barulhentas na obra." Mas quem se importa com essas coisas de sono alheio, não é mesmo? A Gafisa, penso que não. Logo, não me importarei de continuar relatando, aqui, no Youtube e no Twitter, as violações à lei do silêncio cometidas pela empresa e casos corriqueiros de falta de bom-senso quando ocorrerem.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

O barulho mora nos detalhes (ou "É o palet, caramba!")



Saibam, nobres e insones leitores deste blog, que é bem difícil manter a ponderação acordado às 3h10 por barulhos, como me encontro agora. Mas farei um esforço para dizer que, apesar de a Gafisa estar fazendo descargas em seu Smart Perdizes até este momento em 29 de maio de 2012, a empresa até tenta ser menos incômoda aos vizinhos.

É verdade, o caminhão abarrotado de material que só entrou na obra depois de 23h30 poderia tê-lo feito antes; afinal, o rodízio de caminhões vai até 22h, e um cálculo mais ou menos básico de horário, além de uma espera no limite da área de multa, o faria chegar, penso, umas 22h30, 22h40. Mas a Gafisa mandou um caminhão que não estava com freio no osso - coisa rara -, que não tem um alarme de ré hediondamente alto e infame, um motorista que não buzina (ou não buzinou até o momento) e operários que não gritam e parecem tentar manter o silêncio.

Mas, se o diabo mora nos detalhes, o barulho é vizinho dele. De tempos em tempos, há na obra um estrondo seco, como de madeira batendo em madeira. Como suponho que a carga seja de blocos ou revestimentos, a aposta é que estão movendo sem cuidado os palets de madeira que estavam sob o material. Não é um palpite às cegas: já vi e filmei esses palets sendo arremessados de qualquer jeito no interior das caçambas dos caminhões - geralmente são empilhados perto da caçamba. 

É o tipo de barulho tolo, dos mais fáceis de ser evitado - basta colocar o palet, e não arremessá-lo, num serviço que envolve mais do que um trabalhador. Logo, a empresa teria de destacar mais uma pessoa para tanto. Mas é justamente pela aparente simplicidade de corrigir o problema que ele é especialmente irritante. Desde o início da obra, a Gafisa e suas prestadoras de serviço já alternaram momentos de barulhos explícitos e descuidados na madrugada com tentativas - muitas dos prestadores de serviço, e depois de conversas civilizadas - de reduzir o incômodo à vizinhança. Não custa fazer um arremate do porte de "peguem leve com os palets" para evitar reclamações como esta, não é verdade?

OBS: O caminhão saiu por volta de 4h30 do local, deixando aos vizinhos pouco menos de 2h30 de sossego. 

sexta-feira, 23 de março de 2012

Efeito Rolando Lero/Uma no Cravo, uma na Ferradura)



Posso estar sendo traído pela memória, mas lembram daquele personagem da Escolinha do Professor Raimundo que acertava quase toda a pergunta e, no final, se enrolava e errava? Acho que era o Rolando Lero. De todo modo, sendo ou não, a obra do Smart Perdizes da Gafisa padece desse problema. De quarta para quinta-feira, foi uma maravilha: entregas chegando cedo e barulho acabando 0h15. Da minha parte, acho que 0h30 é um bom limite de bom-senso entre o sossego dos vizinhos e a lei do rodízio dos caminhões, que vai até 22h. Logo, se o caminhão chega até 22h30, tem 2h para descarregar com calma, sem barulho, e sair tranquilamente. Claro que isso funciona se a empreiteira organiza suas entregas, ao invés de tentar socar o máximo de cargas num mesmo dia. Por isso, a previsão era de outro dia tranquilo, certo?

ERRADO. Gafisa encerrou barulho às 2h35 no Smart Perdizes, com caminhão chegando às 2h10. Amigo caminhoneiro, ouvi sua chegada pela correia frouxa do motor. Melhor arrumar isso antes que ela te deixe na mão. Antes dessa entrega, o mais surreal: Gafisa deixou materiais na obra até 1h10. Ora, por que não chutar o balde e fazer logo tudo de uma vez, ao invés de esperar uma hora até a entrega seguinte?

Simples: desorganização e, possivelmente, incompetência.
Vejam a primeira violação à lei do silêncio abaixo.





Pois é, um caminhão saiu pontualmente da obra à 0h30, o que dava uma sensação animadora. Porém, logo outro chegou, começou a descarregar madeiras com certo - e quase tolerável - barulho, mas com gritos dos operários. E saiu 1h10, depois de deixar o veículo ligado alguns minutos sem necessidade, irritando com fumaça e barulho. Voilá, eis o efeito Rolando Lero. Não dá mesmo para elogiar a Gafisa por um dia bom, já tinha percebido em outras ocasiões. Desta vez, esperei mais um dia e constatei a triste regra.

terça-feira, 13 de março de 2012

Barulho no meio da rua e na obra até 3h10. Que feio, Gafisa!





Pô, Gafisa, depois de acordar vizinhos às 5h10 de um sábado, agora está achando que qualquer "barulhinho" até 3h10 de uma quarta-feira (14/3/2012) vai atingir o mesmo nível? Pois foi o que aconteceu agora há pouco.

O que a Gafisa e sua obra do Smart Perdizes não parecem entender, apesar de já ter sido explicado por aqui, é que não adianta tentar fazer silêncio apenas na entrega dentro do canteiro. O que ocorreu há pouco é simbólico.  Caminhão dentro da obra descarregava até 2h10 relativamente sem ruídos, quando chegou outro, que parou na rua, soltou ar pressurizado e deixou o motor ligado - sempre o maldito motor -, incomodando os vizinhos.

Ao ver a cena, o caminhão dentro da obra tentou acelerar o processo, saindo com as laterais ainda abertas e os palets fora de lugar. A emenda, porém, ficou muito pior que o soneto. Com o veículo parado no meio da Rua Paris, junto ao caçambão da obra, não se podia passar na via - ainda bem que não veio nenhum carro. E o que fazem os operários? Falam alto, discutem e começam a arremessar os palets dentro do caminhão como se estivessem no quintal de casa, em um domingão. Será que eles realmente não têm noção de que estão a poucos metros de casas e apartamentos? Ou apenas estão se lixando para os vizinhos? De um jeito ou de outro, Gafisa demonstra não ter controle sobre problemas dos terceirizados, já que essa questão do bom-senso na hora das descargas vem sendo martelada no blog há um tempinho - uns seis meses. Ou será que ela se lixa para os vizinhos também?

Para piorar, caminhão que entrou na obra repetiu seguidas vezes ato de soltar ar pressurizado, quase soando como provocação, na entrada e na saída, que ocorreu apenas às 3h10, a cerca de 3h30 do reinício do barulho na obra. Sim, porque vocês acham que a Gafisa começa mais tarde o incômodo só porque fez barulho até 3da matina? Nem pensar. Sobre o meio do processo, a descarga de materiais, à exceção de alguns gritos e barulhos de madeira, até não foi problemática. Mas o barulho tem ocorrido cada vez mais na entrada e saída de veículos, o que requer orientação na Gafisa em seu Smart Perdizes. Se a máxima "é a economia, estúpido" fosse adaptada ao caso, seria algo como "é a entrada e saída de veículos, estúpido!" Lastimável, de novo.

PS: Daqui a pouco posto os vídeos. Vou tentar dormir antes da sessão de arremesso de ferros. Boa noite, se é que isso é possível!

quinta-feira, 1 de março de 2012

Elogiar dá um azar danado (ou a volta do barulho 'no limite')

Pois é, nobres leitores do blog, durou menos de 14 horas o elogio à obra do Smart Perdizes da Gafisa. Ao chegar em casa ontem, vi que um dos caminhões de descarga de materiais só deixou o canteiro de obras às 0h15, alguns minutos depois do "horário do bom-senso". Logo, aquele "ponto positivo" pela chegada do caminhão para troca de caçambas foi anulado.

Hoje (1/3) cedo, literalmente às 7h01, começaram as marteladas no ponto da obra mais próximo dos vizinhos. Alguns minutos antes já era possível ouvir conversas dos trabalhadores, mas realmente elas causam muito menos incômodo - quando eles mantêm a voz no limite razoável, o que não é regra mais foi o caso - do que o espancamento de madeiras e ferros. Legal terem esperado dar 7h para começar o barulho, mas insisto: será que não tem como organizar as interferências mais próximas aos vizinhos - e, por tabela, mais barulhentas - um pouco mais adiante no dia? Com isso, o ponto negativo por terem mudado no dia de ontem o horário de início da barulheira de 6h45 para 7h também perde eficácia.

Voltamos à estaca zero.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Após carnaval, Gafisa "encurta" sono dos vizinhos

Escrevo às 7h38 de quinta-feira, 23/2/2012, mas o barulho na obra do Smart Perdizes da Gafisa começou já há uma hora, aproximadamente, com marteladas e arremessos de materiais - menos frenéticos do que após as 7h, fato, mas suficientes para acordar os vizinhos. E isso depois de a empresa e suas terceirizadas terem feito barulho até 1h05 com remoção de caçambas - lembrando que rodízio de caminhões vai até 22h, o que daria três horas de lambuja entre o limite e o barulho em si; ou seja, a coleta poderia ter sido feita bem antes. Ontem (22/2/2012), barulho matinal começou por volta de 7h30, com arremessos de madeira a uma altura aproximada de 10 metros, em vez de o transporte ser feito pelo elevador de carga ou guindaste. Hoje, por sua vez, é dia de caminhões de concreto: já houve casos em que a escala de concretagem foi tão lotada em um dia (mal-organizada) que serviu de justificativa para entrega de materiais - e barulho - na madrugada. Vamos ver hoje...

Abaixo, os vídeos do barulho na madrugada (curtinho, já que, sendo utilizada desde cedo, a bateria da câmera acabou antes dos ruídos do Smart Perdizes) e do arremesso de madeira pela janela, horas antes.


quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Dobradinha de desrespeito no Smart Perdizes: madeiras e gritos



Pela segunda vez em três dias, a obra do Smart Perdizes, da Gafisa, resolveu ignorar o sono dos vizinhos e novamente rompeu o limite do bom-senso entre as partes (leia post abaixo), descarregando materiais até às 2h. E até começaram "cedo", 22h30. Mas algo me diz que duas ou três pessoas para um caminhão grande cheio de madeiras não é muito proporcional. Com isso, demoraram mais de 2h para o serviço (antes, descarregaram ferros). Enquanto gravava (e como pode ser ouvido, mas não visto no vídeo, já que o caminhão estaciona atrás da construção), um operário grita "ai, minha mão"!

Como este blog e seu autor não têm nada contra que precisa trabalhar de madrugada para obter o sustento, mas sim contra empresas que poderiam tornar a situação mais aceitável para todos, desejamos que nada de mau tenha ocorrido. Mas isso não reduz o tamanho do problema em que estamos: a empresa alega que tem horário de descarga limitado pela lei dos caminhões da Prefeitura, mas não se furta a cumprir outra lei com precisão suíça, a que prevê início do barulho diurno às 7h. Com essa dualidade, pior para os vizinhos, que tem "tolhidas" horas de sono noturno e são forçados a acordar às 7h. O bom senso está indo embora de novo nessa relação...

terça-feira, 9 de agosto de 2011

A volta do barulho em horário impróprio

Olá, leitores do blog. Sim, agora sei que, mesmo sem propaganda alguma (isso vai mudar em breve), algumas pessoas se interessaram pela batalha de Davi contra Golias deste humilde diário contra a perturbação do sossego e do sono nas madrugadas na vizinhança em função da obra do Smart Perdizes. A lista de nossos "fãs" inclui até mesmo a assessoria da Gafisa (!!!), que, apesar de ter visto os vídeos (e, suspeito, ter dado um "não curti" em alguns deles, mas isso é apenas suposição), não parece ter alterado a rotina na obra.

Na noite de segunda, adentrando a madrugada de terça (de 8 para 9 de agosto de 2011), mais uma vez houve entrega em horário indevido, violando a lei do silêncio. Mais uma vez, a desculpa é a mesma: a Lei do Kassab, que impede o trânsito de caminhões no centro expandido. Mais uma vez, a alegação bate de frente com os fatos: expirando às 21h ou 22h, a lei daria bastante tempo para uma preparação de entrega assim que fosse permitido, não em torno de meia-noite. No pior dos casos (e melhor para os vizinhos), o ideal, como já defenderam advogados, é fazer o caminhão pernoitar e entregar durante o dia. Mas isso custa dinheiro, e aí já viu, né...

Voltando aos fatos: os entregadores de madeira até tentaram ser silenciosos, mas deram com a cara no portão fechado e começaram a deixar o material na calçada da Rua Paris. Aí chegou o vigia e abriu o portão, fazendo a entrega entrar. Nessas pequenas sutilezas, criou-se o barulho na madrugada. Durante o imbróglio, um carro da PM passou pela obra, sem se ater ao fato. Justiça seja feita, porém, depois de acionada a corporação mandou outra viatura rapidamente, e pediu que o barulho fosse encerrado. O vigia da obra até se desculpou, e isso conta. Mas, no dia seguinte, outra surpresa desagradável apareceu. Aguardem o próximo post! Enquanto isso, vejam o vídeo: