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sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Smart Perdizes cria sua própria restrição de circulação

Além de aparentar aos vizinhos uma certa despreocupação com a Lei do Silêncio, o Smart Perdizes da Gafisa resolveu ignorar o Código de Trânsito Brasileiro. Enquanto escrevo, na madrugada de sexta para sábado (10/11/2012), às 2h20, uma carreta de uns 14 metros está parada exatamente no meio da Rua Paris. Está lá, sossegada, com luzes apagadas e pisca-alerta desligado, ocupando uma faixa e meia - um carro que passou há pouco teve de se espremer na contramão para avançar. Vale lembrar que o Código de Trânsito obriga veículos a estacionarem junto à calçada e, se por algum motivo pararem no meio da pista, ligarem o pisca-alerta e sinalizarem que o caminhão está ali a uns bons metros de distância.

Como se a situação já não fosse grave o bastante, hoje as luzes da Rua Paris, bem diante do Smart Perdizes, estão apagadas. Não é a primeira vez que isso ocorre, mas prefiro crer que é um problema da Prefeitura e não algo intencional. Ou seja, o caminhão está no mais completo breu, apenas com uma luzinha na cabine acesa. Imagine o risco de um carro virar da Rua Havaí desatento ou vir embalado pela Rua Paris (o caminhão está a alguns metros do fim de uma subida). E a pista hoje está molhada com a garoa. É um desrespeito com a segurança de trânsito.

E não é o primeiro caso de violação do Código de Trânsito Brasileiro. Além da festa da buzina, que noticiei no post passado, esta semana, de quarta para quinta, houve outro caso. Para estacionar diante da entrada da obra na Rua Paris e descarregar sacos de cimento, uma caçamba foi empurrada para o meio da rua, interditando a pista da Rua Paris no sentido de quem vai para a Rua Cajaíba. Mais um risco aos motoristas. A caçamba ficou lá de 0h30 (ou antes) ao menos até 4h. Quando vi novamente, às 8h, já tinha sido retirada do meio da rua.

Será que, com tantas restrições de circulação aos caminhões impostas pela Prefeitura, o Smart Perdizes resolveu criar as suas próprias para os vizinhos da obra? Espero que não.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Nervos de aço contra irracionalidade de ferros no Smart Perdizes da Gafisa

Bem, amigos do blog da Obra Barulhenta. Gostaria de ter voltado a escrever aqui com boas notícias, como "A obra do Smart (?) Perdizes da Gafisa acabou finalmente!" ou "A Gafisa aprendeu a respeitar o silêncio alheio e organizou suas entregas com bom-senso entre o rodízio de caminhões e o sossego dos vizinhos". Mas não, relatarei o mau e velho desrespeito costumeiro da Gafisa nas madrugadas de Perdizes.

São 2h30 e escrevo ao som de ferros sendo arrastados. Sim, os operários da terceirizada do dia que faz as entregas inventaram uma "ponte" para arrastar objetos mais pesados do caminhão para o chão. Mas aparentemente se lixam para os vizinhos dormindo ao arrastar os ferros de um lado para o outro, em vez de carregá-los com cuidado. Este, porém, é apenas um capítulo melancólico da violação à lei do silêncio do dia. Espero que seja o último, mas o folgado da Kombi que entrega café e pães na obra chegará daqui a pouco e buzinará em vez de checar se tem alguém na portaria para recebê-lo, como faz de segunda a sábado - incluindo nas madrugadas de domingo para segunda.

O problema do dia começou às 0h30, geralmente um horário razoável para aquele bom-senso entre o rodízio de caminhões que vai até 22h e o sono dos vizinhos. Mas passou 0h30, 0h40, 0h50... Aí o barulho começou a pegar. Depois de descarregarem pacotes grandes, possivelmente de materiais de acabamento, os operários terceirizados da Gafisa começaram a pegar, do fundo do caminhão, barras de ferro compridas.  Ferro e madrugada não são grandes amigos. É barulho para colocar na posição de descarregar, barulho parra puxar uma ponta, barulho para puxar outra e barulho para colocar (ou jogar) os tais ferros na obra. E essa palhaçada durou mais de meia hora. O mais absurdo é a colocação estratégica dos ferros. Ora, se eles são os mais barulhentos, por que não são descarregados primeiro? Vejamos as hipóteses:

1) O responsável pela carga do caminhão não pensa.
2) A Gafisa, o responsável pelo caminhão e os operários até pensam, mas estão se lixando para os vizinhos.
3) Há uma desculpa técnica de extrema necessidade para descarregar os ferros por último, e a empresa alega lamentar o transtorno.
4) Todas as anteriores, o que é mais provável, exceto pelo fato de que a empresa não lamentou, ao menos para mim, nenhum de seus barulhos que violam a lei do silêncio. Apenas limitou-se ao mimimi do rodízio de caminhões.

Por volta de 1h50, aparentemente acabaram os ferros. Sono, enfim? Nada disso. Mais um caminhão cheio devia ser descarregado. Alguém foi lá reclamar, pelo que vi. Menos de 10 minutos depois, o caminhão vazio encostou na frente do cheio, e os operários pegaram as madeiras que embalavam os materiais retirados antes, que já haviam sido jogadas de forma ruidosa na caçamba em frente à obra, e começaram a jogá-las na caçamba do caminhão. JOGAR! Sequer abriram a boleia para coloca as ripas de forma silenciosa. Jogaram, e me deram uma impressão bem convincente de que o faziam de propósito, ou raiva por terem sido cobrados pelo barulho anterior. Espero estar enganado.

Começou, então, a brincadeira do escorregador de ferro de objetos pesados do segundo caminhão, que se estendeu até 2h50. Coloca ferros para um lado da boleia, barulheira. Coloca ferros para o outro lado da boleia, mais ruídos. O mais surreal é que, toda vez que passava uma viatura de polícia, eles paravam o barulho e ficavam quietinhos, como crianças tentando evitar o castigo. Depois, retomavam o barulho. Patético.

Esse é o lastimável saldo de barulho, descaso e irresponsabilidade da Gafisa e seu Smart (?) Perdizes na madrugada de hoje, sexta-feira, 5 de outubro de 2012. Acabo de escrever já na expectativa de ouvir o folgado da Kombi e sua buzina despreocupada com os vizinhos que tentam dormir na madrugada. Gafisa é isso aí!

PS: Durante os dias, os vídeos da festa do caqui serão postados aqui.

sábado, 16 de junho de 2012

Um caminhão perdido, uma obra idem (ou O Viaduto Pompeia está fechado há 5 meses, Gafisa!)

Inacreditável. Foi o que pensei quando vi, já nos primeiros minutos de sábado (16/6/2012), o portão da obra do Smart Perdizes da Gafisa aberto e dois operários sentados na calçada- na verdade, um até estava deitado. Num instante de otimismo, pensei que eles tivessem acabado de concluir o serviço e aguardassem para ir embora. Ledo engano. Por volta de 1h10 - isso mesmo, 1h10, ou 3h10 depois do fim do rodízio de caminhões na capital, que se encerra às 22h -, dá o ar da graça na Rua Paris um caminhão abarrotado de objetos metálicos. Veja em dois momentos:




O que se seguiu foi um festival de arremesso de objetos metálicos, com estrondos que impediam o sono. Ainda mais porque um dos pontos de barulho fica bem perto das janelas dos quartos do imóvel vizinho, inviabilizando qualquer tentativa de repouso. A Polícia Militar foi acionada, mas, infelizmente, não apareceu no local. De todas as vezes em que ocorreu abuso à lei do silêncio no Smart Perdizes, porém, a corporação tem saldo positivo. Fui, então, tentar conversar com os operários para ver se o barulho poderia ser minimizado - e por que haviam chegado tão tarde.




A justificativa: o caminhão tinha previsão de chegada às 22h30, 23h. Mas se perdeu porque o Viaduto Pompeia estava fechado. Um detalhe: o Viaduto Pompeia está interditado DESDE JANEIRO, quando um foco de incêndio provocou seu fechamento. Todos os jornais, rádios e tevês noticiaram, tempos depois, que a liberação dele é parcial e apenas até 22h, ou seja, antes do fim do rodízio de caminhões. Isso não é novidade. Não culpo o motorista - que até deveria saber. Mas a empresa para a qual ele trabalha tem obrigação de fornecer informações e orientações para seus trabalhadores. A Gafisa, por tabela, também tem de cobrar organização de suas terceirizadas. Porque a impressão, até agora, é de que as terceirizadas não dão a mínima para os vizinhos, e a Gafisa não dá a mínima para as terceirizadas - e, por tabela, para os vizinhos de seu barulhento Smart Perdizes. E a bomba do barulho estoura no colo de quem? De quem tem de tentar dormir com ferros e outros objetos sendo arremessados na madrugada...

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Errar é humano, insistir no erro é Smart Perdizes

Acreditem se quiserem, mas a Gafisa repetiu a dose mais uma vez com barulho na noite/madrugada de quinta para sexta (14 para 15/6/2012). De novo, o problema foi a empresa resolver socar no Smart Perdizes três caminhões de uma vez, dois de blocos e um de carga, num período que convencionei chamar de "hora do bom-senso". É o período entre 22h, quando acaba o rodízio de caminhões, e 0h30, para que os vizinhos possam dormir quase 7h. Afinal, a barulheira matutina começa por volta de 7h15, 7h30. Desta vez, a festinha acabou "mais cedo", por volta de 2h - de quarta para quinta, tinha sido perto de 3h.


Além do arremesso de blocos "regular", a Gafisa acrescentou um detalhe mais irritante à barulheira noturna, que, diga-se de passagem, viola a lei do silêncio, que prevê redução de ruídos após 22h: espancamento de ferros. Ouçam as amostras:



Até na saída os caminhões fazem barulho, incomodando os vizinhos. Reparem, no segundo vídeo aqui embaixo, a batucada que o caminhão faz ao descer a ladeira da Rua Paris. Chega a ser assustador.




O cúmulo do absurdo e da surreal desorganização da Gafisa, porém,apareceu no final. Em todos os vídeos, é  possível ver um caçambão vazio para entulhos na entrada da obra. Ele está assim, vazio, há mais de uma semana. E o que leva na caçamba o último caminhão a sair da obra, já por volta de 2h? ENTULHO METÁLICO! Por que diabos a empresa tem um caçambão VAZIO, repito, VAZIO na porta se precisa chamar um caminhão e promover um show de heavy metal na madrugada para retirar entulho da obra? Vejam a saída do dito caminhão abaixo:


Esse foi mais um dos absurdos de desorganização da Gafisa, além de falta de controle total sobre suas terceirizadas. Quem cuida da obra deve estar dormindo confortavelmente durante a madrugada, não é? Afinal, tem um dia cheio de trabalho pela frente. Já os vizinhos, esses chatos, não têm mais o que fazer além de reclamar de um "barulhinho" na madrugada, certo? A paciência realmente acabou.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Nova "trapalhada" da Gafisa: intervalo de 2h e caminhão à 1h40

Realmente a Gafisa parece querer voltar aos velhos e maus tempos de sua obra do Smart Perdizes esta semana. Depois da descarga até 4h30 e dos espancamentos de ferros antes de 8h no "ouvido" dos vizinhos - a menos de 10 metros dos apartamentos -, agora a ilustre construtora resolveu dar um "intervalinho" entre suas entregas na madrugada.

Tudo parecia ir bem ontem, 30/5/2012, com o último caminhão saindo do Smart Perdizes às 23h40 aproximadamente. Seria um horário promissor se fosse de fato o fim do barulho no dia. Mas, eis que pouco depois de 1h40, já em 31/5/2012, chega um caminhão, aparentemente vazio, à obra. Após algum esforço nas manobras, ele consegue entrar.

A pergunta que não quer calar é: por que não mandaram o caminhão logo após o outro, para por fim ao barulho o quanto antes? A empresa pode dizer o que quiser, mas para mim isso é desorganização e descontrole sobre o que ocorre na obra à noite. Mas não culpo os supostos responsáveis. Afinal, todos precisam descansar com umas boas horas de sono, certo? Menos os vizinhos do Smart Perdizes...

OBS: A descarga não fez barulho, mas o caminhão, sim, ao deixar o canteiro de obras às 3h05. Espero que desta vez seja o último. Afinal, a barulheira da Gafisa começa em cerca de 4 horas. Durma-se com um descaso desses.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

E olha quem quase voltou! O barulho de 2h50 às 3h55

Pois é, nobres leitores do blog, já faz mais de um mês que o Smart Perdizes da Gafisa tentou ser um bom menino - ainda estamos meio longe do Natal, não? -, apesar de alguns vícios que parecem insanáveis, como arremessar, ou defenestrar, compensados gigantes de madeira de quatro andares de altura às 7h15. Já expliquei que existe elevador de carga neste blog, mas acho que a ideia não foi bem captada. De todo modo, a empresa estava tentando fazer entregas até 0h30, o que, ao menos na opinião deste insone blogueiro, é algo razoável entre o rodízio de caminhões, que acaba 22h, e o sossego dos vizinhos. Mas...

Mas eis que hoje às 2h50 - ou 4h50 após o final do rodízio de caminhões -, chega um caminhão repleto de peças metálicas e vergalhões quase do comprimento do veículo. A julgar pela inscrição na lataria, julgo que pertence à Transportadora Translecchi, de Mogi das Cruzes (era o que estava escrito). Tudo parecia indicar mais uma noite com a chamada da Polícia Militar no canteiro de obras no meio da madrugada, mas algo ocorreu. O caminhão ficou ali parado, até 3h45, mais ou menos. O motorista saiu algumas vezes, tentou assoviar para chamar o porteiro da obra, falou ao celular, e nada. Depois de um tempo, pediu ao porteiro de um prédio vizinho o rádio. De longe, deu para escutar que a bateria do rádio do motorista tinha acabado, e o caminhão dele tinha sido bloqueado pela empresa de segurança. Teria sido pelo horário em que ele estava fora de casa ou uma falha no sistema? Difícil saber. O fato é que, logo depois da conversa pelo rádio, ele foi embora, alguns minutos antes de 4h. E, vale lembrar, a obra começa por volta de 7h15.

Ok, parabéns a quem decidiu que não era uma boa ideia jogar ferros às 4h. Mas isso não exime a Gafisa e a Translecchi de responsabilidades. A Gafisa não deu um horário máximo de chegada para descarga, ainda mais de ferros, que são dos itens mais barulhentos da obra? Se não deu, está errada e desconsiderou o sossego dos vizinhos. Se deu, a Translecchi ignorou e chegou "na hora que deu"? Tudo bem, a empresa fica em Mogi, mas é básico sair um pouco antes das 22h de lá (20h30, por exemplo) para chegar o mais perto possível do fim do rodízio na capital e acabar o mais cedo possível. Mais especificamente, será que a Gafisa - e, no caso, a Translecchi - se importam com o barulho que causariam às 4h? Com a palavra, as empresas.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Ferro na madrugada de novo, Gafisa?

Pareceu premonitório falar no post anterior sobre erros cometidos seguidamente pela obra do Smart Perdizes da Gafisa. Depois da defenestração de madeiras às 7h20, outro  déjà-vu na madrugada: carga de ferros no caminhão. Isso já rendeu Polícia Militar na obra duas vezes, há alguns meses. O Smart Perdizes, fazendo jus ao nome, aprendeu? Necas. Hoje, de novo, arremessaram ferro na boleia até 1h45.

Para arrematar, ainda chega um outro caminhão à 1h50 e para na porta, na Rua Paris. Ficou uns 15, 20 minutos no local, dos quais uns 10 pelo menos com motor ligado, poluindo o ar e fazendo barulho no ouvido dos vizinhos. A carga? Um saco com peças metálicas menor do que o do Papai Noel. Que foi devidamente arremessado do alto da caçamba e arrastado. A Petrobras deve ficar bem feliz com as terceirizadas do Smart Perdizes. Nunca vi ninguém jogar fora combustível por nada como esses caras.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Um manobrista do barulho no Smart Perdizes ou 'Síndrome de Goleiro'

Quando a gente acha que a Gafisa já fez todos os barulhos possíveis com sua obra do Smart Perdizes, a empresa consegue se superar e inovar. E irritar. Já passam de 3h de 17/4/2012, madrugada de terça-feira, e a Gafisa resolveu descarregar hoje três ou quatro caminhões. Os primeiros saíram por volta de 1h e fizeram barulho na saída, com gritos e buzina. Este último está desde 1h15 dentro da obra, manobrando, soltando o freio de ar, fazendo descargas barulhentas e batendo objetos que parecem ser metálicos (não são vergalhões nem estruturas, suponho que seja algo sendo arremessado com força em uma carriola). E, pior de tudo, o caminhão tem um "manobrista" gritando cada vez que ele se move dentro da obra. Para completar, o motorista ainda dá umas buzinadas de vez em quando, acho que para comunicar que entendeu as "orientações". Tudo como se fosse no estádio, ou no campinho num sábado à tarde. Mas é madrugada de terça-feira.

Já viram como grita o goleiro de um time quando monta a barreira na cobrança de falta, ainda mais em final de campeonato? Pois é, parece que temos um "goleiro" aqui, tentando bloquear algo com o caminhão. Pois eu digo uma coisa que ele deixa passar como uma "penosa" no meio das pernas: o silêncio e o sossego dos vizinhos. No futebol, gritar não adianta nada, tem de ter esquema tático e habilidade. Na "pelada" da madrugada, parecem faltar os dois à Gafisa. Pior para o público, que nem tem como sair do estádio.

PS1: Já são 4h e abuso continua. Para piorar, toda vez que abrem a boleia do caminhão (ou algo parecido), faz-se um rangido digno de mansão mal-assombrada. Mas parece que a alma mais penada por aqui é a organização. Essa, coitada, já é finada desde 2010 no canteiro de obras.

PS2: Mais tarde posto os vídeos da gritaria do goleiro-manobrista. Querem apostar que a obra vai recomeçar às 7h ou antes disso? Menos de 4h de sono. Patrocínio, Gafisa.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Descargas de materiais que durem 6h, o manual

Diante do triste episódio de semana passada, quando uma carreta cheia de material irritou os vizinhos do Smart Perdizes da Gafisa de 0h55 às 6h59 de quarta, elaborei um pequeno manual de como a Gafisa pode proceder para não furar o rodízio de caminhões e, de quebra, não bater de novo o recorde de amolação aos vizinhos. É simples e nem precisa desenhar:

1) Carreta sai e local de origem antes de 5h ou entre 10h e 16h. Chega ao ponto de carga e fica preenchida até antes de 16h.
2) Carreta chega antes de 16h ao Smart Perdizes e começa a descarregar. Pode levar as mesmas 6h que no dia 4/4
3) Descarga acaba 22h e caminhão pode ir embora no final do rodízio. Operários acabam mais cedo, vizinhos não têm de aturar barulho de madrugada e não precisam denunciar abusos no blog. Iupi!

Parece difícil? A mim, não. Mas abaixo vocês poderão ver o que aconteceu dia 4/4 desde a chegada até a saída às 6h59 - aliás, não tinha rodízio a partir de 5h?






quarta-feira, 4 de abril de 2012

A mais longa das noites - e das incompetências da Gafisa

Escrevo neste momento sem ter pregado o olho graças à obra do Smart Perdizes da Gafisa, por isso, espero que me perdoem por eventuais erros no texto. Desde 0h55 até agora (6h10), uma carreta descarrega materiais na obra, alternando barulhos de madeira, metálicos e momentos de silêncio, o que dá ares mais sádicos à coisa, já que, quando mente e corpo pensam que o sossego chegou, são acordados por outro baque.

Não tenho palavras para descrever a atitude da Gafisa. Amadorismo, descontrole, incompetência, sacanagem, mau-caratismo, todas parecem insuficientes. O que mais se aproxima de explicação para o fato é o velho bordão de Justo Veríssimo- "Quero que o povo se exploda!" Se o povo são os vizinhos do Smart Perdizes, posso dizer com certeza que eu "me explodi".

Por alguns dias, pensei que a empresa tinha chegado a uma harmonia entre o rodízio de caminhões e o sossego dos vizinhos. Ledo engano, e não foi o primeiro. Por falta de controle, competência ou vontade mesmo, a Gafisa não consegue impedir que cargas e descargas ocorram em horários danosos à lei do silêncio. Tinha parado de acionar a PM em casos de abuso porque cheguei a pensar que era possível resolver a questão com a empresa em torno de um senso comum. Vi hoje, nas horas insones, que é impossível. A partir de agora, passou de 0h30, "Polícia Militar, boa noite!" Ainda mais se for uma carreta.

PS: Mais tarde, posto os vídeos. Antes, uma surpresinha artística.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Efeito Rolando Lero/Uma no Cravo, uma na Ferradura)



Posso estar sendo traído pela memória, mas lembram daquele personagem da Escolinha do Professor Raimundo que acertava quase toda a pergunta e, no final, se enrolava e errava? Acho que era o Rolando Lero. De todo modo, sendo ou não, a obra do Smart Perdizes da Gafisa padece desse problema. De quarta para quinta-feira, foi uma maravilha: entregas chegando cedo e barulho acabando 0h15. Da minha parte, acho que 0h30 é um bom limite de bom-senso entre o sossego dos vizinhos e a lei do rodízio dos caminhões, que vai até 22h. Logo, se o caminhão chega até 22h30, tem 2h para descarregar com calma, sem barulho, e sair tranquilamente. Claro que isso funciona se a empreiteira organiza suas entregas, ao invés de tentar socar o máximo de cargas num mesmo dia. Por isso, a previsão era de outro dia tranquilo, certo?

ERRADO. Gafisa encerrou barulho às 2h35 no Smart Perdizes, com caminhão chegando às 2h10. Amigo caminhoneiro, ouvi sua chegada pela correia frouxa do motor. Melhor arrumar isso antes que ela te deixe na mão. Antes dessa entrega, o mais surreal: Gafisa deixou materiais na obra até 1h10. Ora, por que não chutar o balde e fazer logo tudo de uma vez, ao invés de esperar uma hora até a entrega seguinte?

Simples: desorganização e, possivelmente, incompetência.
Vejam a primeira violação à lei do silêncio abaixo.





Pois é, um caminhão saiu pontualmente da obra à 0h30, o que dava uma sensação animadora. Porém, logo outro chegou, começou a descarregar madeiras com certo - e quase tolerável - barulho, mas com gritos dos operários. E saiu 1h10, depois de deixar o veículo ligado alguns minutos sem necessidade, irritando com fumaça e barulho. Voilá, eis o efeito Rolando Lero. Não dá mesmo para elogiar a Gafisa por um dia bom, já tinha percebido em outras ocasiões. Desta vez, esperei mais um dia e constatei a triste regra.

sábado, 10 de março de 2012

Parabéns, Gafisa: troca de caçamba às 5h10 é novo recorde



É difícil imaginar que, com o festival de barulho na madrugada e violações em série à lei do silêncio, a Gafisa consiga atingir ainda algum recorde negativo com sua obra do Smart Perdizes. Mas a empresa conseguiu nas primeiras horas de sábado. Depois de trocar caçambas às 4h15 outro dia, desta vez o barulho foi nada mais, nada menos que às 5h10. Acordei com o ruído de ferros batendo e não acreditei quando vi no relógio. O desrespeito durou até 5h25, com o caçambeiro partindo sem nenhuma cerimônia. Adivinhem a que horas a obra começou pela manhã, como se nada tivesse a ver com o assunto? 6h45!

Abusos como esse parecem ultrapassar a barreira da incompetência pura e simples. É pouco caso mesmo, com os vizinhos e com a lei do silêncio. Afinal, quem iria acreditar no tradicional mimimi do rodízio de caminhões, que acaba 22h, às 5h10? Ou a Gafisa se toca e cobra suas terceirizadas ou casos assim vão acabar na delegacia. Só lembrando que, depois de registrado o BO, que leva umas boas horas, o caminhão terá de circular pela cidade em hora de proibição, sujeito a multa, além do tempo perdido. Se o sono dos vizinhos não gera preocupação dos caçambeiros, o bolso deles também não me deixará consternado.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Além da lei do silêncio, esqueceram do Código de Trânsito


Nobres leitores, sabiam que o Código de Trânsito, no Artigo 227, regulamenta a buzina de veículos e proíbe seu uso entre 22h e 6h? A infração à regra é considerada leve e rende multa de R$ 53,20 e três pontos na carteira. Mesmo que não soubesse, o bom-senso recomenda que não se buzine na madrugada, certo? Pois o motorista a serviço da obra do Smart Perdizes não parece concordar muito com esse tal código de trânsito, não.

Não contente em chegar no canteiro de obras pela Rua Paris às 2h10, quando o segurança já havia passado a corrente na porta após descarga de caminhão que passou de 0h, o ilustre condutor ainda deu uma "buzinadinha", como quem não quer nada, para alertar sobre sua chegada e cobrar a abertura dos portões. Só que é uma buzina de caminhão, algo equivalente a um "carinho" feito por um elefante. A descarga de materiais até ia bem, audível mas discreta, até que no final jogaram dois objetos pesados que fizeram muito barulho e chegaram a acordar o vizinho da frente (percebi a luz da casa se acendendo instantes depois). 

E não é que na hora de ir embora o engraçadinho do motorista ainda para o caminhão metade dentro, metade fora da obra e dá outra buzinadinha de adeus às 2h45? Afinal, não é de bom tom sair sem se fazer notar. Seria bom a Gafisa lembrar a seus prestadores de serviços que existem pessoas dormindo na madrugada ao lado de sua barulhenta obra, e que buzina não é para dar um "alô para a galera", muito menos no horário em que saiu.

domingo, 4 de março de 2012

Sinfonia da incompetência no Smart Perdizes, parte 2: metais pesados

O pior realmente estava por vir. Por volta de 4h15 de sábado (3/3/2012) - sim, vocês não estão delirando, está escrito 4h15 mesmo -, apareceu no Smart Perdizes da Gafisa um caminhão de caçambas. Fez um barulho enorme com freios gastos, guincho, correntes batendo, caçambas batendo umas nas outras. E o operador ainda colocou as caçambas novas muito perto de um carro; depois, teve de ajeitá-las com empurrões. Um show de metais que ninguém queria ver - se bobear, até pagava ingresso... para não ocorrer.



Mesmo numa obra pouco atenta com o silêncio da vizinhança como o Smart Perdizes, barulho às 4h15 não era regra - lembro-me, perto desse horário, do malfadado caçambão, sobre o qual ainda não falarei nesse post. Chegar tão perto do reinício do trabalho matinal - geralmente por volta de 6h50, hoje foi 6h58 - ultrapassa a fronteira da desorganização. É total falta de sensibilidade com as pessoas. É achar que sempre se dá um "jeitinho", algo como "ah, vamos lá a qualquer hora, tem esse maldito rodízio até as 22h, mas estamos trabalhando e não pega nada mesmo".

Como se tratava de um show de metais com toques surrealistas, quando foi pegar as caçambas que já estavam no local, o motorista viu que uma delas estava vazia. E a deixou lá, partindo 4h35. Ou seja, se as duas que já estavam na obra não estavam completamente preenchidas, qual a urgente necessidade de deixar mais duas? A bizarrice não parou por aí: por volta de 8h30, chegou um outro caminhão, desta vez com o tal caçambão. Ora, se o caçambão chegou num horário razoável, por que cargas d'água as caçambas tinham de chegar depois de 4 da matina? E por que trocar caçambas se elas nem estavam totalmente preenchidas? Irracionalidade e pouco caso são as primeiras palavras que vêm a mente, mas faço força para crer que exista outra explicação. Por volta de 13h30, uma das caçambas colocadas na madrugada estava sendo "tããããão"utilizada que foi posta de ponta-cabeça, como vocês podem ver na foto abaixo.



Mais tarde, ela foi virada para sua posição normal. Mas as duas não foram utilizadas no sábado, estão vazias. Logo, para quê mesmo entregá-las às 4h15? No sábado, restrição de caminhões vai até 14h. Será que não poderiam ter feito a entrega à tarde? Mais uma vez, desrespeito com os vizinhos.

Mas o pior ainda estava por vir...

sábado, 3 de março de 2012

Sinfonia da incompetência no Smart Perdizes, parte 1: música eletrônica


"Dá-ré-e-faz-som-má-xi-mo"! Creio que essa pequena piada pessoal, rearranjando as notas musicais, foi um dos poucos momentos em que não estava irritado com os abusos sequenciais da obra do Smart Perdizes da Gafisa nas últimas horas. Esta é a primeira parte de uma sucessão de erros e descaso da empresa com os vizinhos de sua ruidosa obra.

Pois bem, nos primeiros minutos de sábado, por volta de 0h25, estava um caminhão cheio de carga, coberta por uma lona, parado bem diante da entrada de materiais do Smart Perdizes. "Por que não havia entrado ainda?", pensei. O que aconteceu para tanta demora é um mistério, com direito a grito do motorista e barulho de ferro. O fato é que o portão só foi aberto às 0h55. E o que fez o motorista? Entrou de frente, porque o barulho dos freios sem pastilha é menos pior do que o do alarme de ré? Não. Entrou de ré, ligando o alarme e fazendo um barulho danado. Pior: ainda errou a manobra uma vez e a refez. Desnecessário dizer que os cachorros da vizinhança começaram a latir muito. Detalhe: o alarme era daqueles contra roubo de automóvel, com quatro fases. Uma mais irritante que a outra.

"Bom, ele deve ter entrado de ré para fazer menos barulho quando saír", imaginei, ponderando, porém, que ele poderia ter desligado o alarme para manobrar. Outro engano. Esperei bem 2h, e nada. Possivelmente o caminhão sequer chegou a ser descarregado, a não ser que a Gafisa tivesse contratado ninjas altamente treinados, hipótese fantasiosa. Se realmente não houve descarga na madrugada - veja, não estou reclamando de não ter ocorrido barulho, foi bom, mas o ponto aqui é a hora de chegada do veículo -, qual a razão de o caminhão precisar entrar quase 1h? O rodízio de caminhões vai até 22h, ou seja, a entrada ocorreu quase três horas depois do limite De um jeito ou de outro, o que fica é irritação pelo barulho violando a lei do silêncio. Mas o pior ainda estava por vir...

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

O peso de 15 minutos (ou "Carta ao Pavarotti no Telhado")

Da quarta-feira de Cinzas para cá, a obra do Smart Perdizes da Gafisa adotou novo e incômodo procedimento: passou a iniciar sua barulheira matinal às 6h45, em vez de esperar pelas 7h como vinha fazendo. As exceções, creio, foram sábado e segunda-feira - neste último caso, começaram por volta de 7h45,o que pode ter sido mera confusão com o primeiro dia útil do horário de verão. Ou não. O fato é que acordar com ruídos e ver no relógio que eles começaram ainda mais cedo é irritante. Primeiro, porque são alguns minutos a menos de sono. Segundo, porque não raro a Gafisa estende suas descargas de material até depois de 1h, dando pouco mais de 5h30 para descanso. Em terceiro lugar, porque vem a dúvida: mas esses quinze minutos são tão essenciais assim ou é apenas falta de consideração com os vizinhos mesmo?

Vejam: se a obra esperasse até 7h para começar, este post, por exemplo, não seria necessário. Poderia alegar a empresa que os operários tentam não fazer barulho. De fato os ruídos mais pesados começam após 7h, mas se reduzem novamente após 9h. Observando o movimento pré-7h bem de perto, vejo que um pouco mais de organização minimizaria o problema. Seria realmente necessário um operário "espancar" uma barra de ferro bem ao lado das janelas dos vizinhos, no ponto mais próximo entre construções, nesse horário? Não seria possível esperar, por exemplo, até 8h e realizar serviços igualmente necessários em locais mais para o meio da obra? Tudo uma questão de bom-senso...

O mesmo bom-senso, por exemplo, que falta ao trabalhador que canta/berra músicas antes ou um minuto após as 7h. Nada contra a lógica do "quem canta seus males espanta"; de fato, a música pode ser um atenuante para quem está diretamente na origem do barulho, provocando-o e ouvindo-o. Mas um pouco de consideração com os vizinhos, cantando um pouco mais tarde, seria bom. Afinal, nunca se sabe quando o "Pavarotti" em questão pode ir a um programa de calouros musicais e depender de votação telefônica... Sim, nós vamos nos lembrar de sua voz (risos).

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Após carnaval, Gafisa "encurta" sono dos vizinhos

Escrevo às 7h38 de quinta-feira, 23/2/2012, mas o barulho na obra do Smart Perdizes da Gafisa começou já há uma hora, aproximadamente, com marteladas e arremessos de materiais - menos frenéticos do que após as 7h, fato, mas suficientes para acordar os vizinhos. E isso depois de a empresa e suas terceirizadas terem feito barulho até 1h05 com remoção de caçambas - lembrando que rodízio de caminhões vai até 22h, o que daria três horas de lambuja entre o limite e o barulho em si; ou seja, a coleta poderia ter sido feita bem antes. Ontem (22/2/2012), barulho matinal começou por volta de 7h30, com arremessos de madeira a uma altura aproximada de 10 metros, em vez de o transporte ser feito pelo elevador de carga ou guindaste. Hoje, por sua vez, é dia de caminhões de concreto: já houve casos em que a escala de concretagem foi tão lotada em um dia (mal-organizada) que serviu de justificativa para entrega de materiais - e barulho - na madrugada. Vamos ver hoje...

Abaixo, os vídeos do barulho na madrugada (curtinho, já que, sendo utilizada desde cedo, a bateria da câmera acabou antes dos ruídos do Smart Perdizes) e do arremesso de madeira pela janela, horas antes.


segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Barulho e "mágica" na madrugada do Smart Perdizes da Gafisa



Parecia mais uma das sessões de incômodo "regulares" que a obra do Smart Perdizes da Gafisa impõe ao sono dos vizinhos. A carga e descarga de materiais até não era das mais barulhentas.Pareciam sacos de areia ou cimento sendo jogados na caçamba do caminhão na rua. O que realmente foi barulhento foi o diálogo entre os funcionários que faziam a movimentação de materiais, quase aos gritos em alguns momentos. Sei da dificuldade de trabalhar à noite quando se preferia estar em casa, mas em algumas situações as pessoas que trabalham na obra precisam ter consciência de que outros também estão sendo incomodados com o barulho, e que ali não é lugar de gritar. Mas enfim, não tem sido a praxe das pessoas que descarregam materiais, que, em geral, ou trabalham sem falar ou falam baixo - mas movem coisas muito barulhentas.

Fiquei espiando o movimento e estranhei o fato de a rua, no ponto diante da obra, estar um breu, às escuras mesmo. Achei que a luz do poste tinha queimado. E, imbecil, não filmei o momento. No final do serviço, quando voltei à campana, vi o quanto tinha vacilado. Misteriosamente, a luz havia voltado ao poste. Como não quero crer que a luz pública seja acesa e apagada pela conveniência de alguém - não me parece racional -, devo supor que pode ter sido mágica.

E lembrei na hora do primeiro filme da série Harry Potter, em que, nas primeiras cenas, o mágico Dumbledore aparece na Rua dos Alfeneiros, com os postes acesos. De pronto, ele saca um isqueiro que, quando aberto, captura as luzes dos postes e deixa tudo no escuro. Será que o bom mago resolveu trabalhar por aqui? Ou será só a imaginação deste que escreve. A partir de agora, "trouxa" que sou, vou prestar mais atenção a eventuais "mágicas" de luz.

Em tempo: depois de um par de dias, a Eletropaulo veio mexer no poste a pedido de um vizinho, que reclamou pelo fato de a energia elétrica ter caído na casa dele. Apesar de os técnicos dizerem que o cabo havia sido movido e que isso deveria ter sido causado pelo vento, o vizinho em questão disse que um caçambeiro havia batido no poste um dia antes. Continua o mistério.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

E a lei do silêncio entrou pelo cano


Pois é, insones leitores do blog. Mais uma vez a Gafisa resolveu mandar às calendas a lei do silêncio e o sono dos vizinhos na madrugada de hoje, 9/2/2012. Passado o horário de "tolerância", meia noite - afinal, há uma lei dos caminhões e o bom-senso indica que, até o final da noite e antes do início da madrugada, é possível fazer POUCO barulho com entregas. Friso o pouco. Mas não foi o que aconteceu; além de ter passado bem da meia-noite, a entrega estava bem ruidosa, com canos de plástico nitidamente sendo carregados sem cuidado (batiam as pontas do chão) e arremessados com força sobre a pilha de materiais. E isso porque eram canos de plástico. 

A PM foi acionada e atendeu de pronto ao chamado. Estabeleceu que os trabalhadores deveriam parar com o barulho e acabar o serviço logo. É aí que o iceberg começa a mostrar-se além da ponta. É claro que, tirando os arremessos ruidosos, não era culpa dos trabalhadores estar ali depois de 1h. Soube-se que foram agendados ao menos dois caminhões antes da entrega dos tubos. Tradução: a bomba vai para o colo da Gafisa, que, em tese, é responsável (???) por organizar essas entregas, não? Isto posto, fica a dúvida: a Gafisa marca ao menos três entregas na obra do Smart Perdizes na mesma noite, mesmo sabendo da lei dos caminhões e que há vizinhos em volta, por incompetência ou simples descaso com o sono alheio? Haveria uma terceira resposta? Porque qualquer uma das duas primeiras é de tirar a paciência de praticantes de meditação.  

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

De volta ao péssimo exemplo - barulho da Gafisa na madrugada de 28/1

Basta falar um pouco bem dos envolvidos na obra do Smart Perdizes - e certamente não me refiro à Gafisa, mas à empresa do caçambão que citei abaixo - para a coisa desandar. Saiu do canteiro de obras do Smart Perdizes às 2h, ou seja, há dez minutos, um caminhão de onde, na hora anterior, foram arremessados ruidosamente pedaços de madeira. Mais uma vez a Gafisa estica a corda para testar a paciência dos vizinhos. E hoje com um requinte de crueldade. No começo do dia (27/1), os operários começaram a gritar nos andares da obra às 6h30. E começaram a usar maquinário ruidoso e pesado às 7h15. Se seguirem essa mesma toada na manhã de hoje (28), deixam menos de 4h30 para os vizinhos dormirem sossegados. Resultado: vizinhos irritados que chamam a PM para coibir a violação à lei do silêncio. Depender do bom senso da Gafisa para isso parece cada vez mais improvável. Veja os vídeos: