Bem, amigos do blog da Obra Barulhenta. Gostaria de ter voltado a escrever aqui com boas notícias, como "A obra do Smart (?) Perdizes da Gafisa acabou finalmente!" ou "A Gafisa aprendeu a respeitar o silêncio alheio e organizou suas entregas com bom-senso entre o rodízio de caminhões e o sossego dos vizinhos". Mas não, relatarei o mau e velho desrespeito costumeiro da Gafisa nas madrugadas de Perdizes.
São 2h30 e escrevo ao som de ferros sendo arrastados. Sim, os operários da terceirizada do dia que faz as entregas inventaram uma "ponte" para arrastar objetos mais pesados do caminhão para o chão. Mas aparentemente se lixam para os vizinhos dormindo ao arrastar os ferros de um lado para o outro, em vez de carregá-los com cuidado. Este, porém, é apenas um capítulo melancólico da violação à lei do silêncio do dia. Espero que seja o último, mas o folgado da Kombi que entrega café e pães na obra chegará daqui a pouco e buzinará em vez de checar se tem alguém na portaria para recebê-lo, como faz de segunda a sábado - incluindo nas madrugadas de domingo para segunda.
O problema do dia começou às 0h30, geralmente um horário razoável para aquele bom-senso entre o rodízio de caminhões que vai até 22h e o sono dos vizinhos. Mas passou 0h30, 0h40, 0h50... Aí o barulho começou a pegar. Depois de descarregarem pacotes grandes, possivelmente de materiais de acabamento, os operários terceirizados da Gafisa começaram a pegar, do fundo do caminhão, barras de ferro compridas. Ferro e madrugada não são grandes amigos. É barulho para colocar na posição de descarregar, barulho parra puxar uma ponta, barulho para puxar outra e barulho para colocar (ou jogar) os tais ferros na obra. E essa palhaçada durou mais de meia hora. O mais absurdo é a colocação estratégica dos ferros. Ora, se eles são os mais barulhentos, por que não são descarregados primeiro? Vejamos as hipóteses:
1) O responsável pela carga do caminhão não pensa.
2) A Gafisa, o responsável pelo caminhão e os operários até pensam, mas estão se lixando para os vizinhos.
3) Há uma desculpa técnica de extrema necessidade para descarregar os ferros por último, e a empresa alega lamentar o transtorno.
4) Todas as anteriores, o que é mais provável, exceto pelo fato de que a empresa não lamentou, ao menos para mim, nenhum de seus barulhos que violam a lei do silêncio. Apenas limitou-se ao mimimi do rodízio de caminhões.
Por volta de 1h50, aparentemente acabaram os ferros. Sono, enfim? Nada disso. Mais um caminhão cheio devia ser descarregado. Alguém foi lá reclamar, pelo que vi. Menos de 10 minutos depois, o caminhão vazio encostou na frente do cheio, e os operários pegaram as madeiras que embalavam os materiais retirados antes, que já haviam sido jogadas de forma ruidosa na caçamba em frente à obra, e começaram a jogá-las na caçamba do caminhão. JOGAR! Sequer abriram a boleia para coloca as ripas de forma silenciosa. Jogaram, e me deram uma impressão bem convincente de que o faziam de propósito, ou raiva por terem sido cobrados pelo barulho anterior. Espero estar enganado.
Começou, então, a brincadeira do escorregador de ferro de objetos pesados do segundo caminhão, que se estendeu até 2h50. Coloca ferros para um lado da boleia, barulheira. Coloca ferros para o outro lado da boleia, mais ruídos. O mais surreal é que, toda vez que passava uma viatura de polícia, eles paravam o barulho e ficavam quietinhos, como crianças tentando evitar o castigo. Depois, retomavam o barulho. Patético.
Esse é o lastimável saldo de barulho, descaso e irresponsabilidade da Gafisa e seu Smart (?) Perdizes na madrugada de hoje, sexta-feira, 5 de outubro de 2012. Acabo de escrever já na expectativa de ouvir o folgado da Kombi e sua buzina despreocupada com os vizinhos que tentam dormir na madrugada. Gafisa é isso aí!
PS: Durante os dias, os vídeos da festa do caqui serão postados aqui.
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
"É o palet, estúpido!" ou "Já virou festa da uva, Gafisa?"
Mais uma madrugada e mais uma festa do caqui, da uva ou de qualquer fruta que represente balbúrdia ocorreu na obra do Smart Perdizes da Gafisa. A descarga barulhenta de materiais avançou além de 4h da matina, com o trabalho do dia começando implacavelmente às 7h30. A conta: os vizinhos tiveram pouco mais de 3h para tentar dormir sossegados. O destaque da madrugada vai para a capacidade do encarregado da obra, que inacreditavelmente achou que socar quatro caminhões na obra em uma noite não causaria nenhum transtorno. Para facilitar as coisas, aparentemente a Gafisa quis economizar uns trocados e usou a mesma equipe que descarregava sacos de cimento para descarregar algo que parecia ser revestimento. Ou seja, consumindo mais tempo do que duas equipes e prolongando o barulho e a irritação dos vizinhos. Melhor voltar à cartilha básica de matemática para aprender algo sobre tempo x velocidade (de descarga, no caso).
Outro ponto chocante da jornada de ruídos do Smart Perdizes foi no comportamento dos trabalhadores durante o serviço. O segundo caminhão tinha um carregador que, ao terminar de jogar cada pilha de sacos de cimento em uma carriola (sim, um sinal de alguma evolução, embora ela também faça barulhos metálicos), simplesmente arremessava os palets que ficavam por baixo uns contra os outros, como se fossem sacos de batata. Não preciso dizer que o impacto de duas peças de madeira causa um barulho e tanto na madrugada. Sinal de irracionalidade e falta de bom-senso; será que ele acha que está no quintal de casa ou em um terreno baldio? Felizmente, o carregador do caminhão seguinte parecia ter um pouco mais de tutano e, ao invés de arremessar os palets, os colocava com cuidado uns sobre os outros. Ponto positivo, mas não resolve todo o problema.
Resumo da ópera: a Gafisa, depois de um período comportado, parece ter voltado à palhaçada de achar que pode fazer descarga de materiais na hora em que bem entende - ou melhor, na hora que as terceirizadas bem entendem, pois a empresa dá sinais de não ter controle algum sobre o serviço, já que foram feitas a ela reclamações que nada resolveram.A paciência com esse tipo de descaso e violação da lei do silêncio não costuma durar muito, e desculpas esfarrapadas como o rodízio de caminhões (que acaba às 22h e tem brecha à tarde) não colam mais.
Outro ponto chocante da jornada de ruídos do Smart Perdizes foi no comportamento dos trabalhadores durante o serviço. O segundo caminhão tinha um carregador que, ao terminar de jogar cada pilha de sacos de cimento em uma carriola (sim, um sinal de alguma evolução, embora ela também faça barulhos metálicos), simplesmente arremessava os palets que ficavam por baixo uns contra os outros, como se fossem sacos de batata. Não preciso dizer que o impacto de duas peças de madeira causa um barulho e tanto na madrugada. Sinal de irracionalidade e falta de bom-senso; será que ele acha que está no quintal de casa ou em um terreno baldio? Felizmente, o carregador do caminhão seguinte parecia ter um pouco mais de tutano e, ao invés de arremessar os palets, os colocava com cuidado uns sobre os outros. Ponto positivo, mas não resolve todo o problema.
Resumo da ópera: a Gafisa, depois de um período comportado, parece ter voltado à palhaçada de achar que pode fazer descarga de materiais na hora em que bem entende - ou melhor, na hora que as terceirizadas bem entendem, pois a empresa dá sinais de não ter controle algum sobre o serviço, já que foram feitas a ela reclamações que nada resolveram.A paciência com esse tipo de descaso e violação da lei do silêncio não costuma durar muito, e desculpas esfarrapadas como o rodízio de caminhões (que acaba às 22h e tem brecha à tarde) não colam mais.
terça-feira, 21 de agosto de 2012
A volta da desorganização e do barulho no Smart Perdizes
Pois é, leitores do blog. Parecia até que a poeira já havia baixado - mentira, pois a obra do Smart Perdizes a provoca em grandes quantidades - e a Gafisa havia começado a respeitar o sono dos vizinhos e maneirado o barulho na madrugada, violando a lei do silêncio. Ledo engano.
De ontem para hoje (20 para 21/8/2012), mais uma vez a desorganização e descontrole da obra com suas prestadoras de serviço levou um caminhão a fazer barulho de descarga na obra de 0h30 (pelo menos) até 3h45. Arremesso de madeiras de palets, em maior escala, e de outros objetos, em menor, ocorriam de tempos em tempos, tirando o sono de vizinhos. Quando parecia que a coisa estava quieta, vinha um barulhão de madeira sendo arremessada.
Mais uma vez alguém da Gafisa ou não sabe calcular quanto tempo demora para se descarregar um caminhão cheio ou não se importa com as consequências que um serviço até quase 4h possa ocasionar no sono de quem mora em volta do Smart Perdizes. Mais uma vez, a solução para isso é básica: caminhão grande carregado? Deve ser carregado a partir de 5h. Na brecha do rodízio da tarde, sai em direção à obra e descarrega durante a tarde. Dá bastante tempo de descarregar até o fim do rodízio às 22h e os vizinhos agradecem. Parece simples, mas aparentemente a Gafisa ainda não captou a ideia. Ou não se importa.
Mais tarde, os vídeos da barulheira.
De ontem para hoje (20 para 21/8/2012), mais uma vez a desorganização e descontrole da obra com suas prestadoras de serviço levou um caminhão a fazer barulho de descarga na obra de 0h30 (pelo menos) até 3h45. Arremesso de madeiras de palets, em maior escala, e de outros objetos, em menor, ocorriam de tempos em tempos, tirando o sono de vizinhos. Quando parecia que a coisa estava quieta, vinha um barulhão de madeira sendo arremessada.
Mais uma vez alguém da Gafisa ou não sabe calcular quanto tempo demora para se descarregar um caminhão cheio ou não se importa com as consequências que um serviço até quase 4h possa ocasionar no sono de quem mora em volta do Smart Perdizes. Mais uma vez, a solução para isso é básica: caminhão grande carregado? Deve ser carregado a partir de 5h. Na brecha do rodízio da tarde, sai em direção à obra e descarrega durante a tarde. Dá bastante tempo de descarregar até o fim do rodízio às 22h e os vizinhos agradecem. Parece simples, mas aparentemente a Gafisa ainda não captou a ideia. Ou não se importa.
Mais tarde, os vídeos da barulheira.
quinta-feira, 26 de julho de 2012
Sempre correndo riscos
Depois de alguns dias de silêncio relativo - ou descargas barulhentas em horários razoáveis -, o Smart Perdizes da Gafisa voltou ontem à sua arriscada conta de enfiar mais caminhões na obra do que as leis de tempo e velocidade e o bom senso parecem permitir.
Uma carreta de tamanho considerável chegou ao canteiro de obras pela Rua Paris por volta de 0h30. Aparentemente tentando levar ao pé da letra a questão de entrar de ré no Smart Perdizes para que o alarme sonoro não irritasse os moradores na saída, o veículo já se embicou "discostas" perto do portão. Sua chegada foi percebida à distância: além do alarme de ré, chegou soltando todo o ar diversas vezes, como se estivesse com "soluços". Mas vá lá, ao menos tentaram evitar essa balbúrdia mais tarde. Mas aí vem o problema. O caminhão ficou pelo menos 40 minutos na porta antes de entrar. E, pelo que soube, foi embora por volta de 4h, fazendo barulho - a descarga teria sido menos ruidosa que o "adeus" do veículo.
De novo, os responsáveis - sejam da Gafisa ou da empresa terceirizada - tentam "socar" diversas entregas no mesmo dia, não considerando - ou não se importando - com que horas elas vão acabar, nem com seu impacto no sono da vizinhança. Um caminhão do porte dessa carreta deveria chegar cedo, e ser a única descarga da noite. Mas isso este blog já cansou de falar, e os responsáveis pelo Smart Perdizes já devem estar carecas de saber. Ou não?
Uma carreta de tamanho considerável chegou ao canteiro de obras pela Rua Paris por volta de 0h30. Aparentemente tentando levar ao pé da letra a questão de entrar de ré no Smart Perdizes para que o alarme sonoro não irritasse os moradores na saída, o veículo já se embicou "discostas" perto do portão. Sua chegada foi percebida à distância: além do alarme de ré, chegou soltando todo o ar diversas vezes, como se estivesse com "soluços". Mas vá lá, ao menos tentaram evitar essa balbúrdia mais tarde. Mas aí vem o problema. O caminhão ficou pelo menos 40 minutos na porta antes de entrar. E, pelo que soube, foi embora por volta de 4h, fazendo barulho - a descarga teria sido menos ruidosa que o "adeus" do veículo.
De novo, os responsáveis - sejam da Gafisa ou da empresa terceirizada - tentam "socar" diversas entregas no mesmo dia, não considerando - ou não se importando - com que horas elas vão acabar, nem com seu impacto no sono da vizinhança. Um caminhão do porte dessa carreta deveria chegar cedo, e ser a única descarga da noite. Mas isso este blog já cansou de falar, e os responsáveis pelo Smart Perdizes já devem estar carecas de saber. Ou não?
sexta-feira, 20 de julho de 2012
De novo, os erros
Em quatro dias úteis da semana, a Gafisa liberou entregas de terceirizadas no Smart Perdizes em quatro. Embora, noves fora, não tenha ocorrido nenhum barulho absurdo de descarga de materiais, continuam ocorrendo erros no processo, alguns deles recorrentes.
1) Na segunda-feira, o alarme "escandaloso" de ré às 2h30, como mencionado no post anterior. Já ocorreu outras vezes. Antes, na entrada, motorista gritou e buzinou para chamar o porteiro. Buzinar após 22h é infração de trânsito.
2) Na quarta-feira, depois de descarregarem o material, os operários deixaram o caminhão já avançado sobre a calçada e parte da rua. E passaram a calçar o tênis e colocar casacos no meio da rua (!). Em dado momento, um carro passou no mesmo sentido em que eles estavam na Rua Paris. Um dos trabalhadores, que colocava uma blusa, tomou um susto e deu um pulo. Olha o risco aí!
3) Na quinta-feira, caminhão cheio de carga chegou à 0h38 e ficou esperando uns bons minutos do lado de fora - outro estava descarregando, aparentemente. Esse é o erro mais recorrente da obra, querer "socar" mais caminhões do que permite matematicamente a capacidade de descarga e o meio-termo do bom senso entre o final do rodízio de caminhões, às 22h, e um limite que dê algum período de silêncio e sono para os vizinhos, lá pela 0h30. Não custa lembrar que, antes de 7h30, obra já recomeçou e faz um barulho danado.
PS: Como a obra pela manhã faz um barulho danado, foi possível ouvir os trabalhadores falando, em alto som, que parte da fachada lateral teria de ser refeita por um erro de quem aplicou o cimento anteriormente. Para isso, seria preciso "quebrar tudo e aplicar de novo". Haja paciência, Gafisa! Não basta o barulho "natural" da obra do Smart Perdizes, ainda tem "bis"? Espero que seja algo de pequeno porte...
1) Na segunda-feira, o alarme "escandaloso" de ré às 2h30, como mencionado no post anterior. Já ocorreu outras vezes. Antes, na entrada, motorista gritou e buzinou para chamar o porteiro. Buzinar após 22h é infração de trânsito.
2) Na quarta-feira, depois de descarregarem o material, os operários deixaram o caminhão já avançado sobre a calçada e parte da rua. E passaram a calçar o tênis e colocar casacos no meio da rua (!). Em dado momento, um carro passou no mesmo sentido em que eles estavam na Rua Paris. Um dos trabalhadores, que colocava uma blusa, tomou um susto e deu um pulo. Olha o risco aí!
3) Na quinta-feira, caminhão cheio de carga chegou à 0h38 e ficou esperando uns bons minutos do lado de fora - outro estava descarregando, aparentemente. Esse é o erro mais recorrente da obra, querer "socar" mais caminhões do que permite matematicamente a capacidade de descarga e o meio-termo do bom senso entre o final do rodízio de caminhões, às 22h, e um limite que dê algum período de silêncio e sono para os vizinhos, lá pela 0h30. Não custa lembrar que, antes de 7h30, obra já recomeçou e faz um barulho danado.
PS: Como a obra pela manhã faz um barulho danado, foi possível ouvir os trabalhadores falando, em alto som, que parte da fachada lateral teria de ser refeita por um erro de quem aplicou o cimento anteriormente. Para isso, seria preciso "quebrar tudo e aplicar de novo". Haja paciência, Gafisa! Não basta o barulho "natural" da obra do Smart Perdizes, ainda tem "bis"? Espero que seja algo de pequeno porte...
terça-feira, 17 de julho de 2012
É um passaro? É um alarme antibomba? Não, é o barulho da Gafisa
Depois de alguns dias de relativo sossego, o Smart Perdizes da Gafisa voltou a atacar na madrugada de hoje com barulho injustificado. A descarga de materiais até provocou um incômodo moderado a baixo (foi possível ouvir apenas alguns estrondos de objetos sendo arremessados ao chão). Mas o pior ficou para o final, como se pode ver no vídeo: um alarme de ré fora do padrão (que, salvo engano, é aquele 'pi, pi, pi') às 2h30. Parecia mais uma mistura de uirapuru com fliperama quebrado e alarme daquela famosa marca do "atenção, este veículo está sendo roubado". Ridículo.
É evidente a falta de bom-senso no episódio. Se é de conhecimento do motorista e da empresa que o caminhão faz esse "escândalo" na hora de dar ré, por que entraram de frente com ele na obra? Não seria mais racional e educado com os vizinhos entrar de ré, fazendo, por tabela, o barulho exótico mais cedo? Assim, na hora de sair não seria preciso executar essa sinfonia depois de 2h da madrugada. Outra opção seria desligar o alarme de ré - tomando, evidente, todos os cuidados, como não deixar trabalhadores atrás do veículo.
A pior parte da questão é que o problema não é inédito. Já falamos, aqui neste blog, de outra situação com alarme de ré escandaloso na madrugada, como se pode ver aqui. O que deixa a impressão de que eventuais casos de respeito ao silêncio na madrugada são mais obra do acaso - e de sorte dos vizinhos - do que de organização ou consideração da Gafisa. Será?
sexta-feira, 6 de julho de 2012
Pensamento do dia (ou "vai levar 102 anos para corrigir, Gafisa?")
O Corinthians levou 102 anos para ganhar uma Libertadores. A Gafisa, com seu Smart Perdizes, vai levar quanto tempo para entender que madeiras usadas na obra não devem ser jogadas pela janela a 10 metros de altura às 7h? É algo que tem ocorrido com frequência e que revela uma irracionalidade assustadora. Faz um barulho danado, é perigoso (como controlar um pedaço de madeira arremessado de tanta altura, ainda mais se houver alguém passando no térreo?) e desnecessário. Por que não colocar as madeiras ordenadamente no elevador de carga e empilhá-las com cuidado no térreo, caramba? Dá impressão de má-vontade ou raiva do trabalho. Qual das duas, hein?
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