Primeiro, foi o barulho incessante, a noite toda, da caixa d'água do Smart Perdizes da Gafisa. "Tec, tec, tec...". Começou lá por fevereiro e, recentemente, passou a ser ouvido mais de dia que de noite, uma coisa boa. Não fosse por outro detalhe: a caixa d'água instalada e barulhenta parece não estar se enchendo sozinha.
Repetidamente, a Gafisa manda ao Smart Perdizes caminhões-pipa para abastecer a obra. E eles conseguem ser ainda mais barulhentos do que a caixa d'água. Hoje (madrugada de 9/5/2013), por exemplo, dois já vieram encharcar a construção. O primeiro se evadiu antes da meia-noite. Mas o segundo resolveu aparecer 0h20, ou seja, 2h depois do fim do rodízio de caminhões. Ambos fazem questão de deixar o motor ligado durante todo o processo, o que irrita bastante quem tenta dormir. Eu, por exemplo. Ao menos esse segundo trabalha em silêncio, ao contrário do primeiro, que parecia estar vendo o jogo do São Paulo na Libertadores e comentando lances. Por outro lado, esse mesmo segundo não consegue guardar a mangueira - com o perdão do trocadilho infame - sem batucar a parte metálica do encaixe por todo o caminhão. Realmente um prodígio.
Novamente, e não canso de repetir, tamanha a sucessão de barulhos evitáveis patrocinada pela Gafisa, o problema poderia ser evitado. Rodízio até 22h? Caminhão no limite da zona de rodízio até 21h59, chegando na obra às 22h30, mais ou menos. Mas, para isso, a Gafisa precisa ter controle suas terceirizadas. Será que tem?
Blog da Obra Barulhenta
quarta-feira, 8 de maio de 2013
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
A volta da palhaçada no Smart Perdizes
Pois é, foi bom enquanto durou o virtual respeito da Gafisa à lei do silêncio e ao sossego dos vizinhos da obra do Smart Perdizes. Esta semana até conseguiram descarregar dois caminhões antes da meia
-noite. Mas, desde o final da noite de terça até a madrugada de quarta, a folga dos terceirizados voltou.
Um caminhão de carga chegou ao Smart Perdizes às 23h58. Como estava com metade da caçamba vazia, percebe-se o velho "jeitinho" da empresa: um caminhão para mais de uma entrega e dane-se a lei do silêncio e o direito dos vizinhos a um sono antes do reinício da obra às 7h30 ou antes. Afinal, basta "botar a culpa na lei do Kassab" e socar o pau na barulheira, coitados dos operários.
Mas não é assim. Há jeitos e jeitos de descarregar carga. Certamente o melhor deles não é arremessar toscamente sacos numa carriola metálica. Nem soltar, quase jogando com força, o puxador dela, igualmente metálico, no chão. E muito menos falar alto e dar risada, como se estivessem num boteco, no meio da madrugada, com pessoas tentando dormir em volta da obra.
Conseguir realizar a obra em meio ao rodízio de caminhões e ao direito dos vizinhos ao silêncio não é uma tarefa fácil. Mas passa diretamente por evitar que as terceirizadas façam o que quiserem no canteiro de obras de madrugada. E, hoje, a Gafisa falhou nesse setor. Mais uma vez.
PS: O caminhão resolveu ir embora às 2h de quarta-feira, depois de testar o acelerador algumas vezes e de buzinar. Haja paciência.
-noite. Mas, desde o final da noite de terça até a madrugada de quarta, a folga dos terceirizados voltou.
Um caminhão de carga chegou ao Smart Perdizes às 23h58. Como estava com metade da caçamba vazia, percebe-se o velho "jeitinho" da empresa: um caminhão para mais de uma entrega e dane-se a lei do silêncio e o direito dos vizinhos a um sono antes do reinício da obra às 7h30 ou antes. Afinal, basta "botar a culpa na lei do Kassab" e socar o pau na barulheira, coitados dos operários.
Mas não é assim. Há jeitos e jeitos de descarregar carga. Certamente o melhor deles não é arremessar toscamente sacos numa carriola metálica. Nem soltar, quase jogando com força, o puxador dela, igualmente metálico, no chão. E muito menos falar alto e dar risada, como se estivessem num boteco, no meio da madrugada, com pessoas tentando dormir em volta da obra.
Conseguir realizar a obra em meio ao rodízio de caminhões e ao direito dos vizinhos ao silêncio não é uma tarefa fácil. Mas passa diretamente por evitar que as terceirizadas façam o que quiserem no canteiro de obras de madrugada. E, hoje, a Gafisa falhou nesse setor. Mais uma vez.
PS: O caminhão resolveu ir embora às 2h de quarta-feira, depois de testar o acelerador algumas vezes e de buzinar. Haja paciência.
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Muita calma, Gafisa!
Depois de algumas semanas de relativa obediência à lei do silêncio, a obra do Smart Perdizes da Gafisa voltou a dar uma bola fora enquanto escrevo (na madrugada de sexta-feira, 11 de janeiro de 2013, por volta de 1h). Há cerca de 20 minutos, encostou um caminhão de carga na portaria da Rua Paris da obra, como quem não quer nada.
O porteiro ainda disse claramente (foi possível ouvir a vários metros de distância): "Vocês deveriam ter chegado mais cedo." O motorista deu alguma desculpa esfarrapada. Mas, pelos palets inclinados no fundo do caminhão, ficou nítido que tinham passado em outra obra para descarregar antes. Ou seja, a mesma lógica de socar várias entregas no mesmo caminhão para economizar frete, tudo indica. O prejuízo? Só do sono dos vizinhos da última obra a receber material, mas esse revés não mexe com o bolso de nenhum empreiteiro ou fornecedor, certo?
Felizmente, o caminhão deixou o Smart Perdizes 40 minutos depois, aparentemente sem barulho. Por mais arriscado que seja dizer isso - nas outras vezes, foi sucedido por barulho desenfreado na madrugada -, a empresa parece ter engatado uma série positiva. Toc, toc, toc!
O porteiro ainda disse claramente (foi possível ouvir a vários metros de distância): "Vocês deveriam ter chegado mais cedo." O motorista deu alguma desculpa esfarrapada. Mas, pelos palets inclinados no fundo do caminhão, ficou nítido que tinham passado em outra obra para descarregar antes. Ou seja, a mesma lógica de socar várias entregas no mesmo caminhão para economizar frete, tudo indica. O prejuízo? Só do sono dos vizinhos da última obra a receber material, mas esse revés não mexe com o bolso de nenhum empreiteiro ou fornecedor, certo?
Felizmente, o caminhão deixou o Smart Perdizes 40 minutos depois, aparentemente sem barulho. Por mais arriscado que seja dizer isso - nas outras vezes, foi sucedido por barulho desenfreado na madrugada -, a empresa parece ter engatado uma série positiva. Toc, toc, toc!
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Serviço barulhento... e sujo no Smart Perdizes
A imagem aí de cima retrata o final de descarga de blocos na obra do Smart Perdizes da Gafisa entre a noite de quinta-feira (29/11/2012) e o início da madrugada de sexta-feira. E mostra que, além de barulhenta e, por vezes, desorganizada, a construção também pode deixar bastante sujeira. Vamos por partes:
1) O caminhão carregado de blocos chegou à obra às 22h44. Até aí, beleza, é mais ou menos o tempo de esperar o rodízio de caminhões (que acaba 22h) e chegar, para fazer barulho até 0h30, 1h no máximo. Mas eis que, quando chega o veículo, os trabalhadores constatam que a caçamba da foto está bem no exato lugar em que o caminhão deveria parar para descarregar. E olha que ela estava bem longe das outras duas. Desorganização das terceirizadas da Gafisa e dos próprios responsáveis pela obra, que não se preocupam em ver, durante a troca de caçambas no período diurno, onde ela foi deixada.
2) A solução encontrada, depois de alguns minutos: tombar a caçamba para cima da calçada. Lá foram quatro operários, com algum esforço, e tombaram a caçamba. Ela, porém, já tinha entulhos em seu interior. Qual a ideia seguinte? Jogar todos os entulhos no chão, no lado esquerdo da caçamba (como se vê na foto). Passou-se meia hora ou mais até conseguirem encostar o caminhão.
3) Ora, a carga da noite era de blocos, logo, não haveria muito barulho, certo? Errado. Os operários conseguiram a proeza de fazer uma barulheira, seja batendo blocos no piso do caminhão, seja batendo palets no mesmo chão do caminhão apenas para tirar a poeira deles (afinal, o que importa um barulho para os vizinhos se o operário não tiver de espanar pó com a mão?), seja arremessando as vigas de ferro que estavam entre os blocos. Enfim, o pouco caso padrão da Gafisa para com os vizinhos do Smart Perdizes, para variar... Ah, e eles arremessavam na calçada os blocos quebrados no caminho,sem nenhum constrangimento, deixando os pedaços de concreto ali mesmo.
4) Acabada a descarga de blocos no meio da calçada, ali mesmo eles ficaram. Nada de colocá-los para dentro, vão obstruir a passagem de pedestres ao menos até amanhã cedo. Ao menos.
5) Muito asseados, os operários, ao acabar de descarregar os blocos, varreram a boleia do caminhão, completamente tomada pela poeira dos blocos. Onde colocaram a sujeira? Na própria calçada, com varridas vigorosas que jogaram todo o pó ali, como mais um "presente" para os vizinhos.
6) Quando os operários já se preparavam para ir embora, o vigia da obra "lembrou" que a caçamba ainda estava tombada e com o entulho espalhado na calçada. O que fizeram os trabalhadores? Empurraram a caçamba de volta, causando um estrondo. E já estamos falando de 0h40. Ao menos o horário eles chegaram perto de atender.
7) O vigia ainda ficou um minuto ao lado da caçamba ensaiando colocar o entulho de volta nela, mas desistiu.
Moral da história: a calçada da obra, na Rua Paris, além de obstruída pelos blocos sabe-se lá até quando, ainda foi emporcalhada com restos de entulho que estavam na caçamba e um monte de pó de bloco espanado pelos operários terceirizados da Gafisa. O que será que a Prefeitura vai achar disso?
E depois reclamam quando classificam como "de porco" um serviço malfeito...
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Smart Perdizes cria sua própria restrição de circulação
Além de aparentar aos vizinhos uma certa despreocupação com a Lei do Silêncio, o Smart Perdizes da Gafisa resolveu ignorar o Código de Trânsito Brasileiro. Enquanto escrevo, na madrugada de sexta para sábado (10/11/2012), às 2h20, uma carreta de uns 14 metros está parada exatamente no meio da Rua Paris. Está lá, sossegada, com luzes apagadas e pisca-alerta desligado, ocupando uma faixa e meia - um carro que passou há pouco teve de se espremer na contramão para avançar. Vale lembrar que o Código de Trânsito obriga veículos a estacionarem junto à calçada e, se por algum motivo pararem no meio da pista, ligarem o pisca-alerta e sinalizarem que o caminhão está ali a uns bons metros de distância.
Como se a situação já não fosse grave o bastante, hoje as luzes da Rua Paris, bem diante do Smart Perdizes, estão apagadas. Não é a primeira vez que isso ocorre, mas prefiro crer que é um problema da Prefeitura e não algo intencional. Ou seja, o caminhão está no mais completo breu, apenas com uma luzinha na cabine acesa. Imagine o risco de um carro virar da Rua Havaí desatento ou vir embalado pela Rua Paris (o caminhão está a alguns metros do fim de uma subida). E a pista hoje está molhada com a garoa. É um desrespeito com a segurança de trânsito.
E não é o primeiro caso de violação do Código de Trânsito Brasileiro. Além da festa da buzina, que noticiei no post passado, esta semana, de quarta para quinta, houve outro caso. Para estacionar diante da entrada da obra na Rua Paris e descarregar sacos de cimento, uma caçamba foi empurrada para o meio da rua, interditando a pista da Rua Paris no sentido de quem vai para a Rua Cajaíba. Mais um risco aos motoristas. A caçamba ficou lá de 0h30 (ou antes) ao menos até 4h. Quando vi novamente, às 8h, já tinha sido retirada do meio da rua.
Será que, com tantas restrições de circulação aos caminhões impostas pela Prefeitura, o Smart Perdizes resolveu criar as suas próprias para os vizinhos da obra? Espero que não.
Como se a situação já não fosse grave o bastante, hoje as luzes da Rua Paris, bem diante do Smart Perdizes, estão apagadas. Não é a primeira vez que isso ocorre, mas prefiro crer que é um problema da Prefeitura e não algo intencional. Ou seja, o caminhão está no mais completo breu, apenas com uma luzinha na cabine acesa. Imagine o risco de um carro virar da Rua Havaí desatento ou vir embalado pela Rua Paris (o caminhão está a alguns metros do fim de uma subida). E a pista hoje está molhada com a garoa. É um desrespeito com a segurança de trânsito.
E não é o primeiro caso de violação do Código de Trânsito Brasileiro. Além da festa da buzina, que noticiei no post passado, esta semana, de quarta para quinta, houve outro caso. Para estacionar diante da entrada da obra na Rua Paris e descarregar sacos de cimento, uma caçamba foi empurrada para o meio da rua, interditando a pista da Rua Paris no sentido de quem vai para a Rua Cajaíba. Mais um risco aos motoristas. A caçamba ficou lá de 0h30 (ou antes) ao menos até 4h. Quando vi novamente, às 8h, já tinha sido retirada do meio da rua.
Será que, com tantas restrições de circulação aos caminhões impostas pela Prefeitura, o Smart Perdizes resolveu criar as suas próprias para os vizinhos da obra? Espero que não.
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sexta-feira, 2 de novembro de 2012
Buzinaço na madrugada e desrespeito: essa é a cara da Gafisa no Smart Perdizes
Pois é, nobres leitores, parecia até que a Gafisa tinha voltado a se comportar com os barulhos na madrugada e violação da lei do silêncio na obra do Smart Perdizes. Mas hoje tivemos mais um caso de abuso e, pior, desrespeito proposital.
Vocês, certamente, devem se lembrar da maldita entrega de café e pães de madrugada na obra, sempre por volta de 3h. Às vezes antes, às vezes depois. Agora há pouco, passadas apenas algumas horas do Dia dos Mortos, chega uma Fiorino na entrada da Rua Paris. Não se dá ao trabalho de olhar se o porteiro estava lá. E estava. Mas não:o infeliz mete a mão na buzina uma, duas, três vezes. Às 2h40.
O grito foi na sequência: "Ei, avise o gênio aí que ele não pode buzinar na madrugada, p...". O Código de Trânsito Brasileiro é claro: buzinar após 22h dá multa. O motorista de uma Kombi que entrega na obra já foi avisado, pessoalmente, por um policial militar no início de outubro, em um dos incontáveis casos de abuso da Gafisa.
E o que fazem os brilhantes entregadores de pão e café após a reclamação? Entregam, entram no carro e, covardemente, metem a mão na buzina de novo enquanto vão embora. Já eram 2h45.
É esse tipo de atitude que a Gafisa vende como sua imagem, seja propositalmente, ignorando a lei do silêncio, seja por completo descontrole do que ocorre dentro e nas imediações de sua obra. Desnecessário dizer que a mais simples das ideias resolveria o problema. Instalar uma campainha na obra. Ou dar o celular do porteiro à empresa que faz a entrega. Mas, para isso, é preciso uma empresa que se importe com os vizinhos de suas construções. E, em diversas situações, não foi essa a impressão que a Gafisa transmitiu...
Vocês, certamente, devem se lembrar da maldita entrega de café e pães de madrugada na obra, sempre por volta de 3h. Às vezes antes, às vezes depois. Agora há pouco, passadas apenas algumas horas do Dia dos Mortos, chega uma Fiorino na entrada da Rua Paris. Não se dá ao trabalho de olhar se o porteiro estava lá. E estava. Mas não:o infeliz mete a mão na buzina uma, duas, três vezes. Às 2h40.
O grito foi na sequência: "Ei, avise o gênio aí que ele não pode buzinar na madrugada, p...". O Código de Trânsito Brasileiro é claro: buzinar após 22h dá multa. O motorista de uma Kombi que entrega na obra já foi avisado, pessoalmente, por um policial militar no início de outubro, em um dos incontáveis casos de abuso da Gafisa.
E o que fazem os brilhantes entregadores de pão e café após a reclamação? Entregam, entram no carro e, covardemente, metem a mão na buzina de novo enquanto vão embora. Já eram 2h45.
É esse tipo de atitude que a Gafisa vende como sua imagem, seja propositalmente, ignorando a lei do silêncio, seja por completo descontrole do que ocorre dentro e nas imediações de sua obra. Desnecessário dizer que a mais simples das ideias resolveria o problema. Instalar uma campainha na obra. Ou dar o celular do porteiro à empresa que faz a entrega. Mas, para isso, é preciso uma empresa que se importe com os vizinhos de suas construções. E, em diversas situações, não foi essa a impressão que a Gafisa transmitiu...
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Nervos de aço contra irracionalidade de ferros no Smart Perdizes da Gafisa
Bem, amigos do blog da Obra Barulhenta. Gostaria de ter voltado a escrever aqui com boas notícias, como "A obra do Smart (?) Perdizes da Gafisa acabou finalmente!" ou "A Gafisa aprendeu a respeitar o silêncio alheio e organizou suas entregas com bom-senso entre o rodízio de caminhões e o sossego dos vizinhos". Mas não, relatarei o mau e velho desrespeito costumeiro da Gafisa nas madrugadas de Perdizes.
São 2h30 e escrevo ao som de ferros sendo arrastados. Sim, os operários da terceirizada do dia que faz as entregas inventaram uma "ponte" para arrastar objetos mais pesados do caminhão para o chão. Mas aparentemente se lixam para os vizinhos dormindo ao arrastar os ferros de um lado para o outro, em vez de carregá-los com cuidado. Este, porém, é apenas um capítulo melancólico da violação à lei do silêncio do dia. Espero que seja o último, mas o folgado da Kombi que entrega café e pães na obra chegará daqui a pouco e buzinará em vez de checar se tem alguém na portaria para recebê-lo, como faz de segunda a sábado - incluindo nas madrugadas de domingo para segunda.
O problema do dia começou às 0h30, geralmente um horário razoável para aquele bom-senso entre o rodízio de caminhões que vai até 22h e o sono dos vizinhos. Mas passou 0h30, 0h40, 0h50... Aí o barulho começou a pegar. Depois de descarregarem pacotes grandes, possivelmente de materiais de acabamento, os operários terceirizados da Gafisa começaram a pegar, do fundo do caminhão, barras de ferro compridas. Ferro e madrugada não são grandes amigos. É barulho para colocar na posição de descarregar, barulho parra puxar uma ponta, barulho para puxar outra e barulho para colocar (ou jogar) os tais ferros na obra. E essa palhaçada durou mais de meia hora. O mais absurdo é a colocação estratégica dos ferros. Ora, se eles são os mais barulhentos, por que não são descarregados primeiro? Vejamos as hipóteses:
1) O responsável pela carga do caminhão não pensa.
2) A Gafisa, o responsável pelo caminhão e os operários até pensam, mas estão se lixando para os vizinhos.
3) Há uma desculpa técnica de extrema necessidade para descarregar os ferros por último, e a empresa alega lamentar o transtorno.
4) Todas as anteriores, o que é mais provável, exceto pelo fato de que a empresa não lamentou, ao menos para mim, nenhum de seus barulhos que violam a lei do silêncio. Apenas limitou-se ao mimimi do rodízio de caminhões.
Por volta de 1h50, aparentemente acabaram os ferros. Sono, enfim? Nada disso. Mais um caminhão cheio devia ser descarregado. Alguém foi lá reclamar, pelo que vi. Menos de 10 minutos depois, o caminhão vazio encostou na frente do cheio, e os operários pegaram as madeiras que embalavam os materiais retirados antes, que já haviam sido jogadas de forma ruidosa na caçamba em frente à obra, e começaram a jogá-las na caçamba do caminhão. JOGAR! Sequer abriram a boleia para coloca as ripas de forma silenciosa. Jogaram, e me deram uma impressão bem convincente de que o faziam de propósito, ou raiva por terem sido cobrados pelo barulho anterior. Espero estar enganado.
Começou, então, a brincadeira do escorregador de ferro de objetos pesados do segundo caminhão, que se estendeu até 2h50. Coloca ferros para um lado da boleia, barulheira. Coloca ferros para o outro lado da boleia, mais ruídos. O mais surreal é que, toda vez que passava uma viatura de polícia, eles paravam o barulho e ficavam quietinhos, como crianças tentando evitar o castigo. Depois, retomavam o barulho. Patético.
Esse é o lastimável saldo de barulho, descaso e irresponsabilidade da Gafisa e seu Smart (?) Perdizes na madrugada de hoje, sexta-feira, 5 de outubro de 2012. Acabo de escrever já na expectativa de ouvir o folgado da Kombi e sua buzina despreocupada com os vizinhos que tentam dormir na madrugada. Gafisa é isso aí!
PS: Durante os dias, os vídeos da festa do caqui serão postados aqui.
São 2h30 e escrevo ao som de ferros sendo arrastados. Sim, os operários da terceirizada do dia que faz as entregas inventaram uma "ponte" para arrastar objetos mais pesados do caminhão para o chão. Mas aparentemente se lixam para os vizinhos dormindo ao arrastar os ferros de um lado para o outro, em vez de carregá-los com cuidado. Este, porém, é apenas um capítulo melancólico da violação à lei do silêncio do dia. Espero que seja o último, mas o folgado da Kombi que entrega café e pães na obra chegará daqui a pouco e buzinará em vez de checar se tem alguém na portaria para recebê-lo, como faz de segunda a sábado - incluindo nas madrugadas de domingo para segunda.
O problema do dia começou às 0h30, geralmente um horário razoável para aquele bom-senso entre o rodízio de caminhões que vai até 22h e o sono dos vizinhos. Mas passou 0h30, 0h40, 0h50... Aí o barulho começou a pegar. Depois de descarregarem pacotes grandes, possivelmente de materiais de acabamento, os operários terceirizados da Gafisa começaram a pegar, do fundo do caminhão, barras de ferro compridas. Ferro e madrugada não são grandes amigos. É barulho para colocar na posição de descarregar, barulho parra puxar uma ponta, barulho para puxar outra e barulho para colocar (ou jogar) os tais ferros na obra. E essa palhaçada durou mais de meia hora. O mais absurdo é a colocação estratégica dos ferros. Ora, se eles são os mais barulhentos, por que não são descarregados primeiro? Vejamos as hipóteses:
1) O responsável pela carga do caminhão não pensa.
2) A Gafisa, o responsável pelo caminhão e os operários até pensam, mas estão se lixando para os vizinhos.
3) Há uma desculpa técnica de extrema necessidade para descarregar os ferros por último, e a empresa alega lamentar o transtorno.
4) Todas as anteriores, o que é mais provável, exceto pelo fato de que a empresa não lamentou, ao menos para mim, nenhum de seus barulhos que violam a lei do silêncio. Apenas limitou-se ao mimimi do rodízio de caminhões.
Por volta de 1h50, aparentemente acabaram os ferros. Sono, enfim? Nada disso. Mais um caminhão cheio devia ser descarregado. Alguém foi lá reclamar, pelo que vi. Menos de 10 minutos depois, o caminhão vazio encostou na frente do cheio, e os operários pegaram as madeiras que embalavam os materiais retirados antes, que já haviam sido jogadas de forma ruidosa na caçamba em frente à obra, e começaram a jogá-las na caçamba do caminhão. JOGAR! Sequer abriram a boleia para coloca as ripas de forma silenciosa. Jogaram, e me deram uma impressão bem convincente de que o faziam de propósito, ou raiva por terem sido cobrados pelo barulho anterior. Espero estar enganado.
Começou, então, a brincadeira do escorregador de ferro de objetos pesados do segundo caminhão, que se estendeu até 2h50. Coloca ferros para um lado da boleia, barulheira. Coloca ferros para o outro lado da boleia, mais ruídos. O mais surreal é que, toda vez que passava uma viatura de polícia, eles paravam o barulho e ficavam quietinhos, como crianças tentando evitar o castigo. Depois, retomavam o barulho. Patético.
Esse é o lastimável saldo de barulho, descaso e irresponsabilidade da Gafisa e seu Smart (?) Perdizes na madrugada de hoje, sexta-feira, 5 de outubro de 2012. Acabo de escrever já na expectativa de ouvir o folgado da Kombi e sua buzina despreocupada com os vizinhos que tentam dormir na madrugada. Gafisa é isso aí!
PS: Durante os dias, os vídeos da festa do caqui serão postados aqui.
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